Thursday, May 31, 2007

Mapa Circumpolar do 1º IPY

Mapa Circumpolar do 1º IPY





No dia 1 de Março será lançada no Palais de la Découverte, espaço de exposições científicas, no centro de Paris, a quarta edição do Ano Polar Internacional 2007-2008 (IPY), programa mundial de pesquisa para estudar os ambientes dos pólos Ártico e Antártico.

Mais de 200 projectos coordenados por milhares de pesquisadores de 64 países serão desenvolvidos entre Março de 2007 e Março de 2009. 



Realizado a cada 50 anos desde 1881, o IPY é organizado pelo Conselho Internacional para a Ciência (ICSU) e pela Organização Meteorológica Mundial (WMO).De acordo com Edith Fanta, professora da Universidade Federal do Paraná que integra o comité brasileiro do "Ano Polar Internacional", muitas das alterações ambientais observadas hoje podem estar relacionadas com as mudanças que ocorrem nas regiões polares. 

Para entendê-las, é preciso estudar seus aspectos físicos, biológicos e sociais.

fonte: Agência FAPESP

(texto adaptado e com supressões)

Carolina Neves, 12 anos, 6C


17.05.2007

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Wednesday, May 30, 2007

Primeiras Expedições






Navio científico James Clark Ross


As primeiras viagens documentadas às águas antárcticas aconteceram no século XVI.

Os primeiros habitantes entraram na primeira metade do século XIX, quando navios baleeiros chegaram à região das Ilhas Sanduíche do Sul.

Houve entretanto algumas explorações esporádicas por parte de navegadores europeus e norte-americanos.

Em 1819, um navio inglês, o “Williams”, desviou-se de sua rota e foi levado às Ilhas Shetland do Sul. De lá, foi fretado para uma viagem mais para o sul, sob o comando de Edward Bransfield e acabou por aportar em 30 de Janeiro de 1820 na Terra de Graham.


Três anos antes, o capitão russo Fabian Gottlieb Thaddeus von Bellingshausen havia descoberto a costa e nomeou-a Terra de Alexandre I.

Também Nathaniel Palmer, um caçador de focas de Stonington, Connecticut, teria explorado a região.
Em 1822, James Wrddell descobriu o mar que tem hoje o seu nome.

Entre o final da década de 1830 e a década de 1840 houve três expedições: a expedição francesa de Jules Dumont d'Urville, a expedição norte-americana de Charles Wilkes e a expedição inglesa de James Clark Ross que percorreram a costa a fim de determinar se a Antárctica era realmente um continente ou um conjunto de ilhas unidas pelo gelo.






An engraving of the USS Vincennes in Disappointment Bay, Antarctica
Artist: C. Wilkes, U.S.N. / Engraver: C. A. Jewett
Source: Smithsonian Institute 


Passaram-se vários anos até o "VI Congresso Internacional de Geografia", realizado em 1895, lançar um apelo para a exploração do Antárctico devido aos benefícios científicos que poderiam daí adevir.

A este chamado, em 1897, respondeu o Barão Adrien de Gerlache que no comando do "Bélgica" deixou Antuérpia com destino à Antárctica.




Adrien de Gerlache ship
Belgian Antarctic expedition


A tripulação multinacional incluía um zoólogo romeno (Emile Racovitza), um geólogo polaco (Henryk Arctowsi), um navegador e astrónomo belga (George Lecointe), vários noruegueses, incluindo Roald Amundsen, e um médico americano, Dr. Frederick Cook.

Em 1898, tornaram então os primeiros homens a passar o inverno na Antárctica, quando o seu navio ficou preso no gelo. Ficaram impedidos de prosseguir em 28 de Fevereiro de 1898 e só puderam continuar em 14 de Março de 1899, depois de se libertarem do gelo.

Durante essa permanência forçada, vários homens perderam a sanidade, não só por causa das noites do inverno antárctico e do sofrimento suportado, mas também por causa dos problemas de comunicação entre as diferentes nacionalidades.


(texto adaptado e com supressões)


Francisca Miranda, 12 anos, 6C
10.05.2007

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Expedição ao Pólo Sul






Roald Engelbregt Graving Amundsen
https://en.wikipedia.org/

Roald Engelbregt Gravning Amundsen, um norueguês nascido a 16 de Julho de 1872 e falecido a 18 de Junho de 1928, tornou-se um dos célebres exploradores polares, tendo liderado a 1ª expedição a atingir o Pólo Sul, em 1911-1912.






Roald Amundsen
credits: slideshare.net

Roald Amundsen nasceu numa família de proprietários de navios e foi inspirado na pioneira travessia da Gronelândia, realizada por Fridjof Nansen em 1888. Esse facto levou-o a fazer a expedição até ao Pólo Sul.


A expedição ao Pólo Sul:





Adrien de Gerlache
Amundsen juntou-se à Expedição Antárctica Belga (1897-1899) como segundo imediato. Esta foi liderada por Adrien de Gerlache.




RV Belgica frozen in the ice, 1898

O 1º navio a passar o inverno na Antárctida foi o "Bélgica", comandado por Roald Amundsen (1911-1912).

A bordo encontrava-se também o médico norte-americano, Frederik A. Cook.





Frederik A. Cook
credits: Bettmann/Corbis


Cook provavelmente salvou a tripulação do escorbuto fazendo-a comer carne fresca de pinguins e focas, uma importante lição para as futuras expedições de Amundsen.

Fonte: Roald Amundsen
(texto adaptado com supressões)

Cláudia Carneiro, 11 anos, 6C

18.06.2007

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História da Conquista do Pólo Norte - Árctico







Robert Edwin Peary

Em 1815, o almirante inglês John Barrow teve a brilhante ideia de propor a exploração do Árctico, como forma de ocupar as tropas da Marinha Real Britânica, após as guerras napoleónicas. Dezenas de expedições ocorreram então até 1907.


Os exploradores americanos Frederick Cook e Robert Peary são personagens muito importantes de uma famosa disputa, considerada ainda hoje, a maior disputa de toda a história da exploração do mundo.

Depois da fracassada tentativa de atingir o Pólo Norte (1906), apesar do novo recorde alcançado, Robert Edwin Peary (1866-1954) conseguiu patrocínio para mais uma expedição. Mas os seus 50 anos de idade e o seu debilitado estado físico estavam contra ele. Quase 800 milhas de ida até o Pólo Norte, mais a volta, não seriam tarefa fácil. Peary estava ciente de que seria a última tentativa.





A última expedição de Robert Peary ao Pólo Norte começou em Julho de 1908, quando o seu navio, Roosevelt, partiu de Nova Iorque.

Em Agosto, Peary passou no nordeste da Gronelândia e abasteceu-se com (?) 34 esquimós e mais de 200 cães. Em Setembro, invernaram no norte da ilha de Ellesmere.

Robert Peary continuou a fazer progressos e, em 28 de Março, já tinha superado o seu próprio recorde de 87 graus de latitude norte, estabelecido em 1906.





Robert Peary

A 1 de Abril, Peary seguia viagem acompanhado apenas pelo seu fiel braço-direito, Matt Henson, e mais dois esquimós.




Matt Henson


A 6 de Abril, Peary relatou a conquista do Pólo Norte como sendo "meu sonho por mais de vinte anos. Meu enfim! Não consigo acreditar que realmente estou no topo do mundo. Parece até um lugar simples e comum!"

Peary viveu onze anos depois de seu triunfo polar, mas nunca sentiu publicamente o prazer da glória.



(texto adaptado com supressões)
consultado em 19 de Abril de 2007

Nota: Leia o artigo (English version) "Ceremonies mark 100th anniversary of Peary's North Pole expedition" aqui





 Robert E. Peary dressed in polar expedition gear aboard his ship
Library of Congress, Washington, D.C.


American explorer Robert Peary became the first person to set foot on the top of the world 100 years ago Monday.
His story is one of the great adventure tales embraced by many, yet still doubted by others.

Not2 : Read the article "Ceremonies mark 100th anniversary of Peary's North Pole expedition" here


Inês Gil, 12 anos, nº11, 6C

19.04.2007

Actualizado 13.12.2011

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Tuesday, May 29, 2007

Notícias sobre Ano Polar 2007




Fotografia: François Lenoir/Reuters 2007




Cientistas Portugueses no API 2007

"Em Portugal, há cientistas que estudam, no terreno, o fenómeno e se dispõem a partilhar a experiência com as escolas. O interesse parece crescer de dia para dia, a avaliar pela legião de unidades de ensino apostadas em saber mais sobre o gelo, os pinguins e as baleias.
As regiões polares são muito mais do que as pontas geladas do planeta. Tudo o que por lá se passa tem consequências no resto do mundo e tudo o que nós vamos fazendo por cá, cedo ou tarde, chega aos pólos. O Ano Polar Internacional, que decorrerá em 2007, é um excelente motivo para conhecer um pouco melhor estas zonas distantes e misteriosas..."


(texto com supressões)

Fotografia. Dr. José Xavier


Jovens interpelam Cientistas Polares

"Alunos das escolas portuguesas vão poder colocar questões, via Internet, aos cientistas polares que, no próximo ano lectivo, participam numa expedição à Antártida, no âmbito de um programa educativo para celebrar o Ano Polar Internacional. "Latitude60!" é o nome do programa, destinado aos alunos de todas as escolas do país, que um grupo de cientistas das Universidades de Lisboa e do Algarve decidiu lançar para comemorar o IV Ano Polar Internacional, que se celebra entre Março de 2007 e 2009..."

Jornal de Notícias, "Jovens interpelam cientistas polares", 4 de Julho de 2006


(texto com supressões)



Francisco Melo, 11 anos, nº10, 6C
24.04.2007



Sunday, May 27, 2007

Mapa Primeiras Estações Polares






Mapa Primeiras Estações Polares

Eleven nations established 14 principal research stations across the Polar Regions. 12 were in the Arctic, along with at least 13 auxilary stations. 

Over 700 men incurred the dangers of Arctic service to establish and relieve these stations between 1881 and 1884.

Referência 
http://www.arctic.noaa.gov/aro/ipy-1/Frontpage.htm 


Filipa, 12 anos, 6I

24.05.2007

Estação Halley

Halley I

http://....

Halley VI

http://www.sciencepoles.org/pics/scientific_articles/halley6_nightview


Duas instituições britânicas, o British Antarctic Survey (BAS) e o Royal Institute of British Architects (Riba), lançaram um concurso internacional para escolher o projecto da nova Estação de Pesquisa Halley, na Antárctica.

A atual Estação Halley foi instalada em 1956 na Placa Brunt, numa camada de gelo flutuante com cerca de 150 metros de espessura, localizada na região de Coats Land, em homenagem ao astrónomo Edmond Halley, e é a mais remota base britânica na continente antárctico. No inverno, a escuridão permanece por 105 dias.
Os seus ocupantes realizam estudos em meteorologia, glaciologia, sismologia e radioastronomia.

Foi na Estação Halley que se realizaram as primeiras medições que levaram à descoberta do buraco na camada de ozono terrestre.
O problema com a importante base é que há um grande risco que o gelo onde ela está instalada se quebre na próxima década. Por isso, há necessidade de se construir uma nova estação.

A nova base deve ser auto-suficiente, capaz de resistir a temperaturas inferiores a 30 graus negativos, fazer bom uso da energia disponível e representar um impacto mínimo no meio ambiente local. Outro ponto fundamental do projecto é considerar o imenso desafio logístico que significa construir algo com esse porte, numa placa de gelo flutuante que se localiza numa região acessível por embarcações, apenas durante o verão.

“O projecto vencedor será o que melhor unir ciência, arquitetura, tecnologia, engenharia e design. Deverá ser ao mesmo tempo funcional, eficiente e esteticamente estimulante para permitir que ali os cientistas vivam e trabalhem” - disse Chris Rapley, diretor da BAS.

A primeira etapa da competição consistiu no envio de provas de interesse, o que foi feito até 3 de Agosto de 2005.
Os selecionados foram convidados a submeterem propostas conceituais.
Dessas, apenas algumas foram escolhidas para que desenvolvessem projectos para a base.
A actual base Halley VI foi desenhada pelos arquitectos Faber Maunsell e Hugh Broughton que ganharam o concurso internacional RIBA em Julho 2005.
[textos adaptados, com supressões]
Cláudia Carneiro, 12 anos, nº 7, 6C
21.06.2007

Saturday, May 26, 2007

Geógrafos portugueses na ilha Livingston





Base Búlgara St. Kliment Ohridski na Ilha Livingston


Gonçalo Vieira, Alexandre Trindade, Mário Neves são três geógrafos portugueses que participam no API 2007. É muito interessante ler os seus diários de campanha, quando se deslocaram à base Livingston.

Gonçalo Vieira (Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa) esteve a trabalhar nas regiões polares em Janeiro e Fevereiro de 2006.

Estudou o solo permanentemente gelado (permafrost) nas Ilhas Livingston e Deception na Antárctida.

"... Ficámos a conhecer muito melhor as características do permafrost das duas ilhas, e a aplicação dos métodos geofísicos que usámos vai proporcionar também excelentes novos resultados, com interesse não só para os estudos na Antárctida, mas também para outras regiões com permafrost..."



Alexandre Trindade esteve em campanha de 7 a 21 de Janeiro 2007.

"A saída de Livingston foi difícil para todos. Estávamos todos divididos entre ficar e voltar para casa. Ficamos na popa do barco durante horas a conversar sobre a campanha, ficando a esperança de voltar para o ano."


E por último Mário Neves! Este esteve em campanha de 29 Janeiro a 16 Fevereiro 2007.

"...A viagem física à Antárctida acabou. As sensações que esta viagem me trouxe, essas perdurarão durante muitos meses...."


Foi muito interessante seguir as suas aventuras através dos diários de campanha!
Ao longo das suas campanhas, os três geógrafos responderam nos blogues pessoais a perguntas enviadas por alunos das escolas portuguesas.

Vários cientistas se têm deslocado às escolas para partilhar as suas experiências com os alunos e motivar as novas gerações para os problemas ambientais, nomeadamente o aspecto mais alarmante - o degelo - provocado pelo aquecimento global.


Nuno Teixeira, 12 anos, nº19, 6I

21.06.2007

Friday, May 25, 2007

Povos do Árctico



Habitantes Arctico
foto: Justin Lewis

"Os povos polares acreditam que quase tudo tem uma alma, ou uma inua. Animais, rochas, árvores e rios têm inua, assim como acidentes geográficos perigosos, como as geleiras.

A inua em geral é retratada como uma face humana num olho, dorso ou peito de animal. Os viajantes cuidadosos devem fazer oferendas de carne a elas."

Fonte: Mitologia Ilustrada-Editora folha
http://pt.wikipedia.org/wiki/Inua





Povos do Arctico

Conhecer os Povos que habitam o Árctico e outras regiões polares foi um dos temas propostos pelos alunos.

Não há muita informação, mas seguem-se alguns links para possível pesquisa:



Informação:


Arte & Cultura


Curiosidades

Os Tchouktches apresentados por Anton (Sibéria)

A Professora G-S

30.05.2007

Thursday, May 24, 2007

Povos do Árctico : Os Esquimós





Esquimó é um povo que vive em lugares polares no extremo norte do planeta Terra, na região Árctica, como o norte do Canadá, Alasca, Sibéria e Gronelândia.

Vive da pesca e da caça. O esquimó Retira gordura das baleias, focas e ursos polares para usar como alimento e combustível para os seus trenós.


Os Esquimós vestem-se com peles de animais, mas, ao contrário dos outros povos, usam a pele de animais virada do contrário, com o pelo para drentro, como vestuário interior, de forma a promover um aquecimento do corpo mais adequado.


O esquimó a
limenta-se de fígado cru das caças, a sua única fonte de vitamina C.



Jovens Inuits


A palavra "esquimó’", foi criada pelos brancos e tem a sua origem na língua dos índios Cree. Significa "comedor de carne crua’" mas os esquimós denominam-se a si próprios Inuits que em português significa "gente".

Os primeiros Esquimós eram bons pescadores e caçadores de ursos polares, lobos, focas, baleias e outros mamíferos marinhos, disponíveis em grande quantidade na época.

Alimentavam-se deles e utilizavam a pele para indumentária - parkas - ou instrumentos como cascos de barcos. 


Utilizavam também os ossos para fabricar ferramentas, utensílios e apetrechos tal como o útil arpão articulado, cuja cabeça se destacava da haste após entrar na presa.

Fonte:
http://pt.ewikipedia.org/wiki/Esquimó

(texto adaptado com supressões)

Cláudia Carneiro, 11 anos, nº7, 6C

17.04.2007

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Wednesday, May 23, 2007

Encontro G8



A Cimeira dos G8 Os (Alemanha, França, Itália, Reino-Unido, Canadá, Estados Unidos, Japão e Rússia) reuniu na Alemanha no dia 6 de Junho de 2007.

"O presidente da Comissão Europeia lançou hoje um apelo aos líderes dos países mais ricos do mundo reunidos de quarta a sexta-feira em Heiligendamm (Alemanha) a tomar medidas "urgentes" de luta contra as alterações climáticas. José Manuel Durão Barroso, que representa a Comissão Europeia nessa reunião, pediu ao G-8 para "enviar um sinal forte" a favor da luta contra o aquecimento global. (...)

Os europeus, liderados pela chanceler alemã, Angela Merkel, estão a tentar que o G-8 concorde com o lançamento de conversações que incluam metas vinculativas de redução de emissões de gases nocivos para o planeta na conferência das Nações Unidas que terá lugar em Bali (Indonésia) de 04 a 13 de Dezembro próximo."

04.06.2007
consultado em 21.06.2007

(texto com supressões)


Nuno Teixeira, 12 anos, nº19, 6I

20.06.2007

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Tuesday, May 22, 2007

Monday, May 21, 2007

O Degelo



Degelo nos pólos | Fotos NASA 


O degelo Árctico está a ser provocado pelo aquecimento global que ameaça pessoas e espécies animais como os ursos polares. Em 2100 poderá causar a extinção dos ursos polares, entre outras espécies.  

As temperaturas estão a subir no Árctico, duas vezes mais que a generalidade do planeta e podem ascender aos 4-7 Celsius (7-13 Fahrenheit) no ano de 2100. A Sibéria e o Alasca já aqueceram 2-3 C desde 1950. O mar gelado no Pólo Norte pode desaparecer no final do século, sabendo-se que a massa de gelo já regrediu entre 15 a 20 metros nos últimos 30 anos.


Referência:
http://ciberia.aeiou.pt

(fonte não reconhecida)

(texto com supressões)


Ana Isabel Coelho, 12 anos, 6ºI

24.06.07


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Thursday, May 17, 2007

Subida do nível dos oceanos




Glaciar Horacio
Fotografia: Reuters 2007
http://news.yahoo.com/photos



"Mais do que os gelos polares,  Cientistas dizem que degelo dos glaciares será a principal causa da subida do nível dos oceanos."


19.07.2007 - 22h47 AFP


Durante este século, o degelo dos glaciares, ligado ao sobre-aquecimento global, será a principal causa da subida do nível dos oceanos, mais do que o dos gelos polares, informa um estudo publicado hoje nos Estados Unidos na revista “Science”.

Um dos objectivos desta investigação era mostrar que, contrariamente ao que se pensa geralmente, o degelo na Gronelândia e na Antárctida não será a principal causa da subida dos oceanos durante este século, mas sim o degelo dos glaciares.
(...)

A equipa de investigadores da Universidade do Colorado calculou que a aceleração do degelo dos glaciares fará subir o nível dos oceanos de 10,2 para 24,1 centímetros até 2010. 

Estas estimativas não levam em consideração o sobre-aquecimento da água dos oceanos, o que poderá duplicar estas projecções, salientam os investigadores.

Actualmente, cerca de cem milhões de pessoas vivem a menos de um metro acima do nível do mar.

fonte: Público




Filipa, 12 anos, 6I


20.07.2007


Friday, May 11, 2007

Poluição no Árctico





Foto: Autor não identificado*

Ursos polares, baleias-beluga, focas e aves marinhas são alguns dos animais do Árctico ameaçados pela contaminação química, alertou a organização ambientalista internacional WWF, num relatório que aponta vários riscos associados a este tipo de poluição.

«Embora seja difícil estabelecer uma relação directa de causa e efeito, existem razões fortes para relacionar a poluição química com debilidades no sistema imunitário, distúrbios hormonais e alterações de comportamento na vida selvagem do Árctico», refere o documento do WWF (Fundo Mundial para a Vida Selvagem).



Beluga
 Autor não identificado*

Vários estudos confirmam que os predadores de topo, como os ursos polares e as belugas, estão altamente contaminados com substâncias químicas, como os pesticidas.


Os principais afectados são os ursos polares, baleias-belugas, focas e aves marinhas, que revelaram algumas alterações a nível hormonal e no sistema imunitário. Apesar disso, ainda não foi provado que estas consequências sejam realmente derivadas da poluição, mas há fortes indícios de que esse seja o motivo principal.

«Os ambientalistas estão preocupados sobretudo com a interacção da contaminação química com outras ameaças à vida do Árctico, como as alterações climáticas, a perda de habitats e a diminuição de alimentos. De acordo com o relatório, este tipo de poluição tem também implicações na saúde dos povos indígenas que dependem de uma dieta marinha tradicional.»


(texto transcrito com supressões)


Fonte: Diário Digital, Lusa, 16.06.2006
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=0&id_news=232486


Inês Gil, 11 anos, 6C

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