Monday, June 18, 2007

Beautiful lie





30 Seconds to Mars | Beautiful lie



A nossa ex-Torrinha, Cláudia Carneiro, uma das maiores activistas dos Torrinhas Exploradores Polares, sempre atenta e empenhada comentadora do Blog dos Caloiros, enviou-nos esta sugestão musical!

O vídeo dos 30 Seconds to Mars composição
Beautiful Lie gravado na Gronelândia! Deliciem-se!







Obrigada Cláudia!

A Professora GSouto

04.03.2008

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Comm

Sunday, June 17, 2007

Ano Polar Internacional 2008




Pinguim Pinguim *



James Clark Ross *


Leões marinhos *


* Fotografias de Dr. José Xavier (cientista polar)



"...Escrever este blog também foi um grande prazer. O meu grande objectivo foi sempre informar, motivar e divertir…e para isso, eu próprio tinha de passar por estas emoções. Espero que tenha conseguido transmitir um pouco do que é estar num cruzeiro científico, mostrar que os cientistas são pessoas normais, e que Portugal e a ciência Polar Portuguesa estão de parabéns no Ano Polar Internacional. (...)


José Xavier

16.02.2008


Aproximam-se as celebrações finais do API 2007/2008. Cientistas portugueses participaram pela primeira vez e desenvolveram um trabalho científico e pedagógico notável, já que fizeram tudo para ligar a ciência às escolas!

No projecto Latitude 60 centenas de alunos portugueses e dezenas de escolas participaram em muitas das actividades propostas!

A escola Francisco Torrinha e os seus alunos das turmas 6C/6I fizeram parte desse grupo, desde o primeiro momento, nas áreas curriculares Língua Portuguesa, Formação Cívica e Estudo Acompanhado, no ano lectivo 2006-07.

As turmas participaram no Concurso "Um escritor Polar" com vários trabalhos.


Dinis Matos, a frequentar este ano lectivo o 7C, obteve uma Menção Honrosa com o seu texto de poesia-urbana:"Rap Toda a gente que 'tá no Árctico põe a mão no ar"

que será incluído na edição do livro "Latitude60! Para lá do Ano Polar Internacional" a publicar em Junho 2008, segundo informações da equipa dinamizadora.




Criaram também este blogue temático Torrinhas Exploradores Polares que se encontra citado aqui

Inscreveram-se na actividade "Conversa com um Cientista Polar" e na sequência tivemos o grato prazer de receber na nossa escola o cientista Dr. José Xavier


As celebrações finais sucederam-se um pouco por todo o mundo e prolongaram-se até Junho 2008.


Em Portugal a Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica através do programa Ciência Viva participou em todos estes eventos.




Este ano lectivo, coube aos alunos das turmas 5G | 5H |5I prosseguir com as actividades dedicadas ao API 2008!
Novas e interessantes ideias surgiram, e embora os alunos fossem muito mais novinhos e pouco habituados a estes desafios maiores, todos se empenharam com imenso entusiasmo, na consecução  de vários projectos temáticos bastante criativos.






A Professora GSouto

01.03.2008


Creative Commons License


* Por questões que se prendem com a apresentação do projecto, Torrinhas Exploradores Polares, decidimos publicar esta postagem relativa ao ano lectivo de 2007-08, na sequência da primeira e não pela ordem cronológica.



Referências: Outros links (pesquisa) 

IPY - 
International Polar Year 2007-2008http://www.ipy.org
Defenders of Wildlifehttp://www.defenders.org/index.php

ExploraPoles
http://www.antarctida.org/

Dossiê Ano Polar Internacional - jornal "O Público" aqui


Saturday, June 16, 2007

Ano Polar Internacional 2007-2008




http://international.usgs.gov

"The International Polar Year 2007-8 is a huge, exciting scientific campaign focussing on the polar regions. It is also an unprecedented opportunity to demonstrate, follow, and get involved with, cutting edge science in real-time."






Os Torrinhas Exploradores Polares (nome seleccionado pelos alunos) pretendem com este blogue dar a conhecer algumas das actividades desenvolvidas na sua participação no Projecto Ano Polar Internacional 2007.

As turmas 6C e 6I empenharam-se em actividades diversificados, trabalhados individualmente e em grupo, na área curricular disciplinar de Língua Portuguesa e nas áreas curriculares não disciplinares de Formação Cívica e Estudo Acompanhado, já que a Professora é comum aos três currículos.







A título de exemplo:


  • Criação de textos de várias tipologias (individual e em grupo)
  • Trabalho de pesquisa e tratamento de informação
  • Fichas de identidade temáticas: Povos do Árctico, Animais Polares, Países
  • Slides temáticos em powerpoint
  • Recolha de notícias
  • Jornais de Parede
  • Debates (abertos à comunidades escolar)
  • Dramatização de textos
  • Sessão de Leituras
  • Escrita criativa
  • Participação no Concurso "Escritor Polar"
  • Blogue Torrinhas Exploradores


Neste blogue ficarão evidenciadas as actividades mais signifcativas ou digitais, já que muitos foram os trabalhos elaborados por todos os alunos ao longo do ano lectivo 2006-2007.

Os trabalhos escritos enviados a concurso Escritor Polar não poderão ser publicados por razões éticas, já que submetidos em regime de anonimato. 
Só depois de divulgados os resultados, se procederá à sua inclusão neste blogue

A Professora GSouto


13.06.2007


Creative Commons License




Friday, June 15, 2007

Jovens Escritores Polares

~




fotografias: Alexandre Trindade (geógrafo)
09.01.07

"As palavras querem estar no seu lugar."
Almada Negreiros

A equipa de LATITUDE60 pretendeu envolver os jovens portugueses nas actividades do "Ano Polar Internacional 2007-08", e como tal, além dos materiais pedagógicos, exposições e palestras que dinamizou, abriu um concurso nacional "À descoberta das regiões polares".

O concurso visou chamar a atenção para a importância que as regiões polares têm no equilíbrio ambiental da Terra e envolveu modalidades e escalões etários distintos, desde o ensino pré-escolar ao ensino pré-universitário.

http://anopolar.no.sapo.pt

(texto com supressões, visitado em 24.06.07)

No âmbito do Concurso, vários alunos das turmas 6C e 6I, concorreram à modalidade "Escritor Polar" (ponto 1.3.3.) elaborando, em aulas de Língua Portuguesa, textos originais temáticos que apresentaram, num total de quinze trabalhos.

Os textos enviados só serão publicados no Blogue Exploradores Polares depois da divulgação da lista de premiados.
Os "Torrinhas Exploradores" desenvolveram ideias seguindo diversificados modelos de escrita, dando asas à sua criatividade. Géneros como: conto, fábula, ensaio, poesia, texto dramático.

Foram momentos de grande entusiasmo, muita imaginação à solta e resultados surpreendentes.  Para quem começa a sentir o prazer da escrita !

A minha principal preocupação foi permitir que se exprimissem da forma mais próxima da sua original ingenuidade.

Parabéns! Independentemente dos prémios, a ideia foi mesmo a de concorrer pelo gosto de escrever.

E foram alunos brilhantes, acompanhando com vivacidade cada desafio que lhes lancei!

Eu própria me deixei, tantas vezes, levar pelo seu entusiasmo. Assim, dediquei a esses projectos de escrita criativa muitas horas que não fazem, de modo algum, parte da minha componente lectiva e/ ou não curricular.


A Professora GSouto

24.06.2007

Creative Commons License 


Thursday, June 14, 2007

Escritor Polar





Menção Honrosa


Concurso Escritor Polar


Toda a gente que 'tá no Árctico põe a mão no ar!

texto: poesia urbana


(a publicar brevemente)


Autor: Dinis Matos


11 anos, 6C



29.06.2007

Wednesday, June 13, 2007

O que eu penso






Fotografia: Deborah Zabrenko/Reuters 2007






Fotografia: AFP/ANP File


Foi muito bom Portugal participar no projecto Ano Polar Internacional


Muitos alunos e muitas escolas portuguesas aderiram a esta ideia de participar nesta chamada de atenção para o que está a acontecer no Árctico.


Devido às alterações climáticas, destruição do habitat natural e falta de alimento, os animais polares estão a desaparecer e até algumas espécies correm o risco de extinção. É o caso do urso polar!


Os cientistas que se deslocam ao Árctico, alertam-nos para os problemas que enfrentam os animais polares.


Os alunos da minha turma 6C e os colegas do 6I em representação da Escola Francisco Torrinha, motivados pela Professora de Língua Portuguesa, estão a desenvolver actividades temáticas sobre o Ano Polar Internacional, um modo criativo e empenhado de chamar a atenção da comunidade escolar para este problema ambiental.



 Centro de Estudos Geográficos, U Lisboa


Eu adorei! Investiguei, li, informei-me, escrevi, e debati nas aulas com meus colegas e professora os problemas que as alterações climáticas estão a levantar ao nosso planeta!


Carolina Neves, 12 anos, 6C
12.04.2007

História Ano Polar Internacional - IPY




Lt. Karl Weiprecht (1838-1881)
Retrato a óleo de Hans Canon
 Museum of the History Warfare Vienna



O primeiro Ano Polar Internacional foi assinalado em 1881-1884. A ideia de se celebrar o Ano Polar Internacional partiu do explorador austríaco e oficial da marinha, Lt. Karl Weyprecht que foi cientista e co-comandante da Expedição Austro-Húngara em 1872-1874.

O conceito do primeiro IPY foi alertar para o facto dos fenómenos geográficos não poderem ser estudados por um único país. Pelo contrário, um empreendimento de tal envergadura exigiria um esforço coordenado de acções.


Doze países participaram e quinze expedições foram feitas aos pólos (treze ao Árctico e duas à Antárctida).



http://www.arctic.noaa.gov/

Para além do avanço na exploração científica e geográfica, o principal legado do Primeiro IPY foi a cooperação científica internacional.


Infelizmente Weyprecht não viveu tempo suficiente para ver a sua ideia expandir-se. Mas a sua inspiração não morreu e outros cientistas avançaram até ao presente Ano Internacional Polar (2007-2008).


Consulte as imagens das primeiras estações no Árctico aqui

Fontes: 


IPY

The First International Polar Year
http://www.arctic.noaa.gov/aro/ipy-1/

(tradução livre, com supressões)

Mafalda Morais, 12 anos, 6ºC

24.05.2007

Tuesday, June 12, 2007

Portugal no Ano Polar Internacional 2007-2008







Logótipo IPY

Passaram 50 anos sobre o último "Ano Polar Internacional" (1957-58).

Portugal participa a partir de quinta-feira, pela primeira vez, num Ano Polar Internacional (API), um programa científico e educativo centrado no Árctico e na Antárctida que envolve milhares de investigadores de mais de 60 países.

No programa participam mais de 15 cientistas portugueses de nove centros de investigação e universidades, disse hoje à Agência Lusa José Xavier, membro do Comité Português para o "IV Ano Polar Internacional".

"As regiões polares são excelentes para investigar questões fundamentais como o aquecimento global do planeta, os efeitos das alterações climáticas nos ecossistemas terrestre e marinho, o buraco do ozono ou o aumento dos níveis médios da água do mar", (...) " É ciência polar, mas com um impacto global"

Dr. José Xavier



Fonte: TV net

(texto com supressões)

Créditos: video TV Ciência 

Nuno Teixeira, 12 anos, nº19, 6I

23.05.2007

Creative Commons License


Thursday, May 31, 2007

Mapa Circumpolar do 1º IPY

Mapa Circumpolar do 1º IPY





No dia 1 de Março será lançada no Palais de la Découverte, espaço de exposições científicas, no centro de Paris, a quarta edição do Ano Polar Internacional 2007-2008 (IPY), programa mundial de pesquisa para estudar os ambientes dos pólos Ártico e Antártico.

Mais de 200 projectos coordenados por milhares de pesquisadores de 64 países serão desenvolvidos entre Março de 2007 e Março de 2009. 



Realizado a cada 50 anos desde 1881, o IPY é organizado pelo Conselho Internacional para a Ciência (ICSU) e pela Organização Meteorológica Mundial (WMO).De acordo com Edith Fanta, professora da Universidade Federal do Paraná que integra o comité brasileiro do "Ano Polar Internacional", muitas das alterações ambientais observadas hoje podem estar relacionadas com as mudanças que ocorrem nas regiões polares. 

Para entendê-las, é preciso estudar seus aspectos físicos, biológicos e sociais.

fonte: Agência FAPESP

(texto adaptado e com supressões)

Carolina Neves, 12 anos, 6C


17.05.2007

Creative Commons License

Wednesday, May 30, 2007

Primeiras Expedições






Navio científico James Clark Ross


As primeiras viagens documentadas às águas antárcticas aconteceram no século XVI.

Os primeiros habitantes entraram na primeira metade do século XIX, quando navios baleeiros chegaram à região das Ilhas Sanduíche do Sul.

Houve entretanto algumas explorações esporádicas por parte de navegadores europeus e norte-americanos.

Em 1819, um navio inglês, o “Williams”, desviou-se de sua rota e foi levado às Ilhas Shetland do Sul. De lá, foi fretado para uma viagem mais para o sul, sob o comando de Edward Bransfield e acabou por aportar em 30 de Janeiro de 1820 na Terra de Graham.


Três anos antes, o capitão russo Fabian Gottlieb Thaddeus von Bellingshausen havia descoberto a costa e nomeou-a Terra de Alexandre I.

Também Nathaniel Palmer, um caçador de focas de Stonington, Connecticut, teria explorado a região.
Em 1822, James Wrddell descobriu o mar que tem hoje o seu nome.

Entre o final da década de 1830 e a década de 1840 houve três expedições: a expedição francesa de Jules Dumont d'Urville, a expedição norte-americana de Charles Wilkes e a expedição inglesa de James Clark Ross que percorreram a costa a fim de determinar se a Antárctica era realmente um continente ou um conjunto de ilhas unidas pelo gelo.






An engraving of the USS Vincennes in Disappointment Bay, Antarctica
Artist: C. Wilkes, U.S.N. / Engraver: C. A. Jewett
Source: Smithsonian Institute 


Passaram-se vários anos até o "VI Congresso Internacional de Geografia", realizado em 1895, lançar um apelo para a exploração do Antárctico devido aos benefícios científicos que poderiam daí adevir.

A este chamado, em 1897, respondeu o Barão Adrien de Gerlache que no comando do "Bélgica" deixou Antuérpia com destino à Antárctica.




Adrien de Gerlache ship
Belgian Antarctic expedition


A tripulação multinacional incluía um zoólogo romeno (Emile Racovitza), um geólogo polaco (Henryk Arctowsi), um navegador e astrónomo belga (George Lecointe), vários noruegueses, incluindo Roald Amundsen, e um médico americano, Dr. Frederick Cook.

Em 1898, tornaram então os primeiros homens a passar o inverno na Antárctica, quando o seu navio ficou preso no gelo. Ficaram impedidos de prosseguir em 28 de Fevereiro de 1898 e só puderam continuar em 14 de Março de 1899, depois de se libertarem do gelo.

Durante essa permanência forçada, vários homens perderam a sanidade, não só por causa das noites do inverno antárctico e do sofrimento suportado, mas também por causa dos problemas de comunicação entre as diferentes nacionalidades.


(texto adaptado e com supressões)


Francisca Miranda, 12 anos, 6C
10.05.2007

Creative Commons License

Expedição ao Pólo Sul






Roald Engelbregt Graving Amundsen
https://en.wikipedia.org/

Roald Engelbregt Gravning Amundsen, um norueguês nascido a 16 de Julho de 1872 e falecido a 18 de Junho de 1928, tornou-se um dos célebres exploradores polares, tendo liderado a 1ª expedição a atingir o Pólo Sul, em 1911-1912.






Roald Amundsen
credits: slideshare.net

Roald Amundsen nasceu numa família de proprietários de navios e foi inspirado na pioneira travessia da Gronelândia, realizada por Fridjof Nansen em 1888. Esse facto levou-o a fazer a expedição até ao Pólo Sul.


A expedição ao Pólo Sul:





Adrien de Gerlache
Amundsen juntou-se à Expedição Antárctica Belga (1897-1899) como segundo imediato. Esta foi liderada por Adrien de Gerlache.




RV Belgica frozen in the ice, 1898

O 1º navio a passar o inverno na Antárctida foi o "Bélgica", comandado por Roald Amundsen (1911-1912).

A bordo encontrava-se também o médico norte-americano, Frederik A. Cook.





Frederik A. Cook
credits: Bettmann/Corbis


Cook provavelmente salvou a tripulação do escorbuto fazendo-a comer carne fresca de pinguins e focas, uma importante lição para as futuras expedições de Amundsen.

Fonte: Roald Amundsen
(texto adaptado com supressões)

Cláudia Carneiro, 11 anos, 6C

18.06.2007

Creative Commons License

História da Conquista do Pólo Norte - Árctico







Robert Edwin Peary

Em 1815, o almirante inglês John Barrow teve a brilhante ideia de propor a exploração do Árctico, como forma de ocupar as tropas da Marinha Real Britânica, após as guerras napoleónicas. Dezenas de expedições ocorreram então até 1907.


Os exploradores americanos Frederick Cook e Robert Peary são personagens muito importantes de uma famosa disputa, considerada ainda hoje, a maior disputa de toda a história da exploração do mundo.

Depois da fracassada tentativa de atingir o Pólo Norte (1906), apesar do novo recorde alcançado, Robert Edwin Peary (1866-1954) conseguiu patrocínio para mais uma expedição. Mas os seus 50 anos de idade e o seu debilitado estado físico estavam contra ele. Quase 800 milhas de ida até o Pólo Norte, mais a volta, não seriam tarefa fácil. Peary estava ciente de que seria a última tentativa.





A última expedição de Robert Peary ao Pólo Norte começou em Julho de 1908, quando o seu navio, Roosevelt, partiu de Nova Iorque.

Em Agosto, Peary passou no nordeste da Gronelândia e abasteceu-se com (?) 34 esquimós e mais de 200 cães. Em Setembro, invernaram no norte da ilha de Ellesmere.

Robert Peary continuou a fazer progressos e, em 28 de Março, já tinha superado o seu próprio recorde de 87 graus de latitude norte, estabelecido em 1906.





Robert Peary

A 1 de Abril, Peary seguia viagem acompanhado apenas pelo seu fiel braço-direito, Matt Henson, e mais dois esquimós.




Matt Henson


A 6 de Abril, Peary relatou a conquista do Pólo Norte como sendo "meu sonho por mais de vinte anos. Meu enfim! Não consigo acreditar que realmente estou no topo do mundo. Parece até um lugar simples e comum!"

Peary viveu onze anos depois de seu triunfo polar, mas nunca sentiu publicamente o prazer da glória.



(texto adaptado com supressões)
consultado em 19 de Abril de 2007

Nota: Leia o artigo (English version) "Ceremonies mark 100th anniversary of Peary's North Pole expedition" aqui





 Robert E. Peary dressed in polar expedition gear aboard his ship
Library of Congress, Washington, D.C.


American explorer Robert Peary became the first person to set foot on the top of the world 100 years ago Monday.
His story is one of the great adventure tales embraced by many, yet still doubted by others.

Not2 : Read the article "Ceremonies mark 100th anniversary of Peary's North Pole expedition" here


Inês Gil, 12 anos, nº11, 6C

19.04.2007

Actualizado 13.12.2011

Creative Commons License