Saturday, January 6, 2018

Top Posts mais lidos 2017 Geração Polar #semestre1






Wapusk national park, Manitoba, Canada, 
Photograph: Debra Garside/Natural History Museum
Wildlife Photographer of the Year People's Choice

Bom ano 2018. As férias terminaram. De novo em acção. Mas antes de fazer uma súmula das nossas publicações 2017, #semestre1, queremos partilhar convosco fotografias maravilhosas.




Snowy owls makes its way down from the Arctic 
to the Pacific north-west of North America/Delta, British Columbia
Photograph: Connor Stefanison/Natural History Museum
Wildlife Photographer of the Year People's Choice

Tal como fizemos em 2015 e 2016, não resistimos a  partilhar convosco algumas das fotos mais originais sobre animais selvagens. Este ano, Wild Photographer of the Year People's Choice que aconselhamos vivamente a visitar e admirar.

Passamos a apresentar o Top dos posts mais lidos 2017, #semestre1 de Blog Geração Polar. A selecção é baseada no número de visitas de cada publicação e não pela ordem temporal.




Moose Hook/ Anchorage, Alaska
Photograph: Ryan Miller/Natural History Museum
Wildlife Photographer of the Year People's Choice
https://www.theguardian.com/environment/gallery/

Happy Year 2018. As we did in 2015 and 2016, here  the Top of posts of 2017, #semester1.

But first, we don't resist sharing with you some amazing photographs of wild animals picked of the Wild Photographer of the Year People's Choice that you must visit and admire. Such great photos. Beautiful wild animals!




bear walking along the edge of the ice
Fjord across from Longyearbyen, Svalbard, Norway
Photograph: Josh Anon/Natural History Museum
Wildlife Photographer of the Year People's Choice
https://www.theguardian.com/environment/gallery/

Looking back at 2017, we have come up with our roundup of what's been most-read, #semester1 on our Blog Geração Polar. The selection is based on page views of the most read posts:

Here the most popular posts 2017, #semester1:














Google Doodle Earth Day 2017


Why? Beacause Education of young people is the foundation for progress. We need to build a global citizenry, which is fluent in the concepts of climate change, and aware of its unprecedented threat to our planet Earth.

Don't forget to visit the the roundup of what's been most-read #semester1 of our polar blog Geração Verde.

May 2018 be a New Year for the defense of the environment and the wildlife on the planet Earth! There's no planet B.

Happy New Year ! 

Geração 'explorer'

06.01.2018

Creative Commons License

Tuesday, November 21, 2017

Iceberg A68 : Fotografias inéditas que a NASA divulgou capturadas durante a missão IceBridge.






créditos: NASA/ IceBridge

Lembram-se que em Julho, o iceberg A68 desintegrou-se da Plataforma Larsen C.

Foram agora reveladas fotografias inéditas do iceberg A68, que se desintegrou de Larsen C, na Península Antártica. A NASA divulgou essas fotografias que capturou durante a missão IceBridge.




créditos: NASA/ IceBridge

A NASA divulgou novas imagens aéreas de um iceberg de 5.800 quilómetros quadrados, conhecido por A68. Esta massa de gelo flutuante desprendeu-se em Julho, como divulgámos na altura, quando ocorreu uma das maiores desintegrações da plataforma Larsen C, que se estende ao longo da costa leste da Península Antárctica. 

Foi após um longo tempo de monitorização que o bloco de gelo se separou, deslocando-se agora mar adentro.





créditos: NASA/ IceBridge

Com um aumento da luz solar nesta altura do ano, a agência espacial tem realizado voos de reconhecimento, que integram a missão IceBridge, que utiliza o gelo polar da Terra para melhor compreender as conexões entre as regiões polares e o sistema climático a nível global. 
Esta missão tem também como objectivo estudar as mudanças anuais na espessura do gelo marinho e dos lençóis de gelo.

créditos: NASA/ IceBridge

As fotografias agora lançadas no Twitter da NASA vêm corroborar as observações já feitas anteriormente: uma grande fenda foi aberta entre a costa delimitada por Larsen C e o iceberg A68. 
Scientists can now evaluate how much an individual glacier or ice sheet melting will contribute to rising sea levels in port cities around the world, according to new research.
Climate scientists have said for decades that human-caused global warming causes ice to melt that in turn will raise global sea levels, and in recent years scientists have made increasingly precise projections about how individual cities will be affected. 
Global sea levels may rise by more than six feet by 2100, according to research published in the journal PNAS. Read more here 
Geração 'explorer'
21.11.2017
Creative Commons License
credits: video Time/ NASA
sources: Time/ Science | Observador/ Ciência

Friday, October 20, 2017

Antárctida : Buraco misterioso encontrado por equipa de cientistas




créditos: JN/ Arquivo


Foi descoberto um buraco na Antárctida por uma equipa de investigadores da Universidade de Toronto e do Observatório para o Clima e Carbono nos Oceanos do Sul, que estavam a monitorizar a área com tecnologia satélite, depois de um buraco semelhante ter aparecido no ano passado.

O chamado Mar de Weddell, na região da Antárctida, é considerado o mais limpo do mundo por pesquisadores. Parte da área é ocupada por uma plataforma de gelo, denominada Filchner-Ronne (ou apenas Ronne), em homenagem a dois exploradores.




Plataforma de gelo Filchner-Ronne 

A área congelada, de 442 mil quilómetros quadrados, permanece desta forma durante todo o ano. Melhor, permanecia. Cientistas identificaram a semana passada um buraco maior do que a área dos Países Baixos, na plataforma.
O buraco conhecido como "polynya" tem cerca de 60 mil quilómetros quadrados, maior do que a Holanda, e é a maior "polynya" descoberta naquela zona.
A "polynya" é uma grande área livre de gelo, uma espécie de lago, que se desenvolve no interior do mar gelado.

créditos: JN/ Dr
"Durante o inverno, estivemos nesta área de mar aberto mais do que um mês", disse à National Geographic, Kent Moore, professor de Física da Universidade de Toronto

A violência do inverno naquela região torna difícil encontrar buracos como este, sendo praticamente impossível estudá-los. 

Este é o segundo ano em que uma "polynya" se forma, mas a do ano passado não tinha estas dimensões.

As águas profundas são mais quentes e salgadas do que na superfície. Quando as correntes de água quente chegam ao topo, derretem o gelo, formando uma "polynya". Assim que este buraco se abre, expõe a água às temperaturas atmosféricas, dificultando assim a criação de uma nova camada de gelo à superfície.
Quando a água quente arrefece, em contacto com as temperaturas frias da atmosfera, afunda-se e volta a aquecer nas áreas mais profundas, permitindo que o ciclo continue.
A equipa de investigadores está a tentar compreender o que levou à formação destes buracos tantos anos depois do último avistamento, sendo para já impossível relacionar este tipo de acontecimentos com o aquecimento global.



Sea Ice contours from AMAR2 ASI NASA
University of Bremen
credits: Modis-Aqua via NASA

A mysterious hole as big as the state of Maine has been spotted in Antarctica’s winter sea ice cover.

The hole was discovered by researchers about a month ago. The team, comprised of scientists from the University of Toronto and the Southern Ocean Carbon and Climate Observations and Modeling (SOCCOM) project, was monitoring the area with satellite technology after a similar hole opened last year.




Sea Ice contours from AMAR2 ASI NASA
University of Bremen
credits: Modis-Aqua via NASA/ SOCCOM
BBC/BR

Known as a polynya, this year’s hole was about 30,000 square miles at its largest, making it the biggest polynya observed in Antarctica’s Weddell Sea since the 1970s.


Antarctida Weddell Sea
credits: Dr P. Marazzi/Science Photo Library
BBC/BR
“In the depths of winter, for more than a month, we’ve had this area of open water,” says Kent Moore, professor of physics at the University of Toronto. “It’s just remarkable that this polynya went away for 40 years and then came back.”
The harsh winter in Antarctica makes it hard to find holes like this one, so it can be difficult to study them. 

This is the second year that a polynya formed, though last year’s hole was not as big. Scientists knew to monitor the area for polynyas this year because of last year’s discovery. Read more

Geração 'explorer'

20.10.2017

Creative Commons License

Sources:

JN/ Mundo/ BBC/BR/ National Geographic




Thursday, September 21, 2017

Petroleiro atravessou o Ártico sem precisar de quebra-gelo ?!






Christophe de Margerie travessia Arctico

Um petroleiro russo atravessou o Árctico, pela primeira vez, sem precisar da ajuda de um quebra-gelo e em tempo recorde. Mais um sinal das mudanças climáticas e do degelo naquela região do planeta.

Um navio petroleiro russo atravessou o norte do Árctico, pela primeira vez, sem precisar do apoio de um navio quebra-gelo. 


Além do feito inédito, o cargueiro com o nome Christophe de Margerie conseguiu fazer a travessia da chamada Rota do Norte no tempo recorde de 19 dias, o que equivale a uma viagem cerca de 30% mais rápida do que a rota habitualmente utilizada no Canal do Suez.


O navio conseguiu o feito graças ao seu casco reforçado que lhe permite ser o único até agora a conseguir navegar em mares com camadas de gelo até 2,1 metros. 
O degelo que se tem verificado na zona do Árcico faciltou-lhe a travessia. O Christophe de Margerie tem 300 metros e foi construído especificamente para tirar proveito desse degelo.
A viagem, iniciada na Noruega a 19 de Julho, terminou na Coreia do Sul. O Christophe de Margerie transportava gás natural liquefeito e percorreu 4.090 quilómetros. O cargueiro manteve uma velocidade média de 14 nós (cerca de 26 quilómetros por hora).


Christophe de Margerie
credits: Sovcomflot
via Climate Home News
O projecto contou desde o início com o apoio do governo. A região do Árctico tem sido utilizada cada vez mais como rota marítima, devido ao degelo que facilita a navegação por esse oceano. 
A situação tem preocupado os ambientalistas devido ao risco que representa o aumento do tráfego através dessa via. E com razão. Só devemos estar mesmo preocupados.


credits: Courtesy: DSME
https://www.offshore-energy.biz/
Christophe de Margerie, the world’s first ice-breaking liquefied natural gas (LNG) tanker, became the first ship to dock at the Yamal LNG terminal at Russia’s port of Sabetta on March 30 after completing its ice trials.





credits: Courtesy DSM
“It’s very quick, particularly as there was no icebreaker escort which previously there had been in journeys,” (...) “It’s very exciting that a ship can go along this route all year round.”
Bill Spears, spokesperson for Sovcomflot
Given the environmental concerns that would face an increased shipping presence in the Arctic, which Spears calls a “fragile ecosystem,” Sovcomflot has tried to point towards the greener elements in the de Margerie. 
The Cypriot-flagged vessel is named for the former chairman of French oil major Total, who died in a plane crash at a Moscow airport in 2014.




Christophe de Margerie
credits: Total
https://www.total.com/en/news/

The ship can run on the same LNG it transports, which would lower traditional sulfur oxide emissions by 90 percent and nitrous oxide emissions by 80 percent.
The de Margerie, after all, is a bet on climate change. Even if all carbon dioxide production was suddenly halted on the Earth, there’s still enough in the atmosphere to weaken the hold ice has on the Arctic. 


Credits: NSIDC/NASA
https://nsidc.org/news/
While sea ice in the Arctic grows and shrinks with the seasons, there is an overall declining trend, as north pole has warmed roughly twice as fast as the global average.

In March 2017, the annual maximum extent of Arctic sea ice hit a record low for the third straight year, according to the US National Snow and Ice Data Centre.







Truls Gulowsen of Greenpeace Norway criticized “greedy companies” for exploiting the meltic Arctic as a business opportunity. Instead, he said they should see it as “a message from Earth that we need to get off fossil fuels as soon as possible”.


Geração 'explorer'

21.09.2017

update 26.09.2024

Creative Commons License


Sources:

NSIDC/ Climate Home/ MarineLog/ Observador