Monday, April 15, 2013

Projecto 'Aurora' : expedição para salvar Árctico




Team Aurore

Um grupo de jovens está no Pólo Norte. A equipa 'Aurora' de Greenpeace está  no Pólo Norte, para hastear a 'bandeira para o futuro' no fundo do mar do Árctico. Contam com o apoio  de quase três milhões de assinaturas de pessoas. Exigem que o Árctico fique protegido de perfuração de petróleo e pesca industrial. 

Começaram esta expedição a 5 de Abril 2013. Apoiados por milhões de pessoas, nas redes sociais e meios de comunicação, estes jovens apelarão para a protecção da Árctico.
 
A equipe enfrentou grandes obstáculos como córregos abertos de água de degelo, cumes de pressão grandes de gelo e uma deriva ao sul, durante sete dias, tornando mais longa  a caminhada.



Corajosos, determinados, estes jovens teimam em completar sua missão em nome de Greenpeace e declarar protegida a área desabitada ao redor do Pólo Norte! 


Não se trata de um movimento que possa ser ignorado, visto que está em curso uma grande mobilização a nível mundial para chamar a atenção do Conselho do Árctico e líderes mundiais. 

Em pouco mais de uma semana, milhares de pessoas por todo o mundo estão a preparar-se para um dia de acção global Árctico, em 20 de Abril, ou seja daqui a poucos dias.

De Buenos Aires no Ocidente, para Bangkok no Oriente, de Yellowknife, no Norte de Joanesburgo, no Sul, as pessoas vão-se reunir em centenas de cidades para formar banners humanos soletrando a frase:

 I ♥ Artic

As fotografias serão reunidas em um livro e posteriormente entregue a ministros e representantes no Kiruna Ministerial Meeting que vai ocorrer no dia 15 Maio, em Kiruna (Suécia).



Team Auora




A group of young people is going to the North Pole to declare it protected on behalf of all life on Earth. They began their journey on April 5. Backed by millions they will plant a flag for the future on the seabed and call for a sanctuary in the uninhabited area around the pole.



They've been on the freezing sea ice for 7 days now. But no matter how hard they ski North, 'the drift' - where currents and wind move the ice - keeps pushing them South.

They are still determined to complete their mission on behalf of our movement and declare the uninhabited area around the North Pole protected! Please leave them a comment of support and we'll make sure they get it.


Read more about how Team Aurora and YOU and us might just save the Arctic.






"During this unique ceremony at the top of the world we will offer respect to those who came before us and hope for those yet to be born."


Geração 'explorer'

15.04.2013

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Referências | References

Save the Arctic Expedition
http://www.greenpeace.org/international/en/campaigns/climate-change/arctic-impacts/Save-The-Arctic-North-Pole-Expedition/





Thursday, March 21, 2013

Hora do Planeta 2013




Hora do Planeta ou Earth Hour repete-se desde 2007, no último sábado do mês de Março. Começou na Austrália, cidade de Sydney, e estende-se agora a 152 países e centenas de cidades pelo mundo inteiro.

Em 2012, a Hora Planeta foram 147, os países que aderiram, tendo havido um pequeno aumento, este ano.

Mas foi em 2012 que Earth Hour chegou à International Space Station. O evento  foi comentado ao vivo, pelo astronauta da ESA, André Kuipers, embaixador do WWF, ao mesmo tempo que partilhava as fotografias, à medida que as luzes das cidades do mundo se foram apagando.

Este ano, a Hora do Planeta 2013, ou seja, o momento em que as luzes se apagarão durante 60 minutos num acto simbólico de preocupação ambiental. Austrália será o primeiro país e depois percorrerá todo o globo terrestre. Dia 23 de Março, das 20:30 às 21:30, hora local.

Milhões de pessoas desligarão as luzes, e centenas de cidades ficarão à luz da vela, para salvaguardar o planeta Terra.



Em 2012, sete mil cidades de 152 países aderiram à Hora do Planeta. Em Portugal mais de 80 cidades e localidades aderiram à Hora do Planeta 2012, o que foi muito importante, já que na Hora do Planeta 2008, nenhuma cidade portuguesa aderira. 

Faça de uma simples acção um movimento a favor da única casa que temos para morar: o Planeta Terra.

A campanha I will if you will, da WWF, convida pessoas de todos os cantos do mundo a fazerem os seus desafios a outros cidadãos de forma a que, juntos se comprometam a combater o aquecimento global.

Já só falta um dia  e algumas horas. Assim, comecemos já a fazer ou a pensar no nosso desafio.

Podemos, inseri-lo depois na página do Youtube, se assim o entendemos e partilhá-lo com a Hora do Planeta e com as pessoas a quem o dirigirmos. 




Para isso, terá apenas  que prometer fazer alguma coisa inesperada, não é obrigatório um video, em troca de algo sustentável que amigos, familiares, colegas e até mesmo desconhecidos, possam colocar em prática. 

É tão fácil! Sim, é fácil, mas temos que levar a sério o que prometermos. Portanto,  pense apenas em coisas que estão verdadeiramente ao seu alcance, para participar na campanha "I will if you will!"

Bem, não te esqueças que se fores menor de 16 anos, não deverás fazer vídeos públicos. Partilha as tuas imagens apenas na rede restricta dos teus amigos e, sempre com conhecimento dos teus pais.

Não esquecer que podemos sempre seguir em directo as últimas actualizações no Facebook  e no Twitter hastag @earthhour





Earth Hour 2013 is back! The evolution of Earth Hour from a single city event in 2007 turned to the global movement today.

Andy Ridley shares some of the most inspiring and empowering stories that are helping to build an interconnected global community taking action beyond the hour.

Join the
Earth Hour global community and celebrate 
with the rest of the world on March 23 2013, at 8:30pm (local time). 

You can follow it on facebook.com/earthhour and twitter.com/earthhour for  the latest updates!




Join the Earth Hour global community and celebrate with the rest of the world on March 23 2013, at 8:30pm (local time). 

You can follow it on facebook.com/earthhour and twitter.com/earthhour for  the latest updates!

Geração 'explorer'

21.03.2013

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Sunday, February 17, 2013

Antárctida: biodiversidade em risco




foto: Schmidt film



foto: autor não identificado


Investigadores da Universidade de Jena (Alemanha) advertiram que a presença permanente de equipas de cientistas na Antárctida está a prejudicar o ambiente e biodiversidade daquela região, bem como a sua fauna e flora.
A equipa alemã explica que há denúncias de locais onde são atirados restos de produtos químicos perigosos a céu aberto, lixo, latas de óleo e até baterias de carros. Impensável!
Há regiões costeiras e praias que têm sofrido com a poluição do uso descuidado de combustíveis nas estações de pesquisa.

“Há um verdadeiro problema de lixo na Antárctida” 

Hans-Ulrich Peter, coordenador do relatório



A maioria dos problemas encontrados pela equipa de Peter diz respeito à Ilha Rei George, localizada a cerca de 120 quilómetros do continente. É nesse local, mais precisamente na Península Fildes, que os ecologistas estão a fazer pesquisas desde 1983, documentando as mudanças no ambiente. 

“A Península Fildes é uma das maiores áreas sem gelo da Antárctida, com um grau relativamente elevado de biodiversidade”

Peter

foto: wikipedia
Como resultado da diversidade local, a região tem atraído muito interesse científico, o que levou à construção de seis estações permanentemente ocupadas. Essas instalações incluem ainda uma pista de pouso numa área relativamente pequena, que se tornou o centro de logística local.
Os ecologistas alemães puderam aí notar nos últimos 30 anos que não é apenas a mudança climática que afecta o continente. A influência contínua de seres humanos também tem ameaçado a vida natural da Antárctida. 

“Devido às condições climáticas extremas, a vegetação mais sensível só se recupera lentamente”, 

Christina Braun, pesquisadora 
(membro da equipa de Hans-Ulrich Peter)
A flora típica da Antárctida tem sofrido também com um outro invasor externo: as plantas que chegam importadas de outros continentes. 

photo: A. Nordt

“Há alguns anos, descobrimos plantas não nativas próximas da estação russa Bellingshausen”

Braun

Assim, insectos e outras espécies de animais e plantas, que são importados inadvertidamente, estão a colocar também em risco o equilíbrio do ecossistema local.

A ânsia do domínio do território da Antárctida vai acabar por destruir a biodiversidade da região.


Photo: A. Nordt

report released Friday (PDF) called  ‘”Current Ecological Situation of the Fildes Peninsula Region and Management Suggestions,” authored by scientists at Germany’s Jena University, shows that decaying field huts, piles of trash and oil-slicked shorelines mar British Antarctic Territory’s King George Island, a logistical hub for international Antarctic research. Read more here

Geração 'explorer'

17.02.2013

Creative Commons License

Referências:

Presença permanente de cientistas prejudica na Antárctida prejudica biodiversidadehttp://greensavers.sapo.pt/2013/02/09/presenca-permanente-de-cientistas-na-antarctida-prejudica-biodiversidade/

Trash Threatens Fragile Antactida Environment
http://blogs.smithsonianmag.com/science/2013/02/trash-threatens-fragile-antarctic-environment/

Friday, February 8, 2013

Antárctida vista por Google Street View





Antarctida Google Street View 2012



Deslumbrante! Descobrimos este vídeo esta semana e não resistimos a publicá-lo  no nosso blogue, embora date de Julho 2012.



Explorers' heritage of Antarctica on Street View contém imagens fantásticas de locais históricos da Antárctida que apreciamos directamente no conforto de nossas casas. 

Esta colecção especial está presente também no site Google World Wonders, onde poderemos aprender mais sobre a história do Sul da exploração Pólo. A explorar     aqui

Fantástica experiência! Não percam! 



Robert Scott's Hutt  Cape Evans


Just disicover the Google Street View video about explorers' heritage of Antarctida! Amazing! 

Back in September 2010, Google launched the first Street View imagery of the Antarctic, enabling users from more habitable lands to see penguins in Antarctica for the first time. 

Now Google is bringing us additional panoramic imagery of historic Antarctic locations that we can view from the comfort of our homes. Googlre have added this special collection to its World Wonders site, where we can learn more about the history of South Pole exploration.  

Exploring here ! Awesome experience!


Geração 'explorer'

08.02.2012

Creative Commons License

Referências:

Créditos | Credits

World Wonders Project | Google


Tuesday, January 8, 2013

Focas fazem parte das espécies ameaçadas





The Arctic Ocean
seals CTVNews


Duas espécies de focas encontradas no Árctico foram incluídas numa lista de espécies em risco de extinção, elaborada pelos Estados Unidos, informa NOAAo Orgão Americano responsável pelos Mares e pela Atmosfera.


Segundo o NOAA, a foca anelada (Pusa hispida) e a foca-barbuda (Erignathus barbatus) foram reconhecidas oficialmente como espécies em risco devido à perda de habitat pelo derretimento do gelo no Oceano Árctico. Os ursos polares já integravam a lista.

A Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção dos EUA, que define uma lista de animais nestas condições, requerendo cuidados especiais para sua preservação, diz que uma espécie em risco “é qualquer espécie que possivelmente se tornará ameaçada em um futuro próximo, em todo seu habitat ou em uma porção significativa dele”. 



Foca-barbuda 
créditos: John Jansen | NOAA (Reuters)


Assim, as espécies de focas estão a um passo de serem consideradas em grande ameaça de extinção, diz o NOAA.
A decisão não resulta ainda em restrições imediatas a acções humanas, como caça ou pesca de subsistência realizada por nativos no Alasca, diz o órgão dos EUA.
No entanto, fundos federais que financiam projectos com potencial para atingir as espécies de focas devem ser revistos. A medida visa garantir protecção às focas, segundo o NOAA.




Foca anelada
créditos: Autor não identificado
via Google Images Archive

“Os nossos pesquisadores revisaram pormenorizadamente as  melhores informações científicas sobre o assunto. E concluíram que houve redução significativa no gelo oceânico do Árctico. Esse facto deve atingir a população de focas”, disse o director de protecção ambiental do NOAA para o Alasca, Jon Kurland, em entrevista ao site da instituição.

O órgão federal espera trabalhar em conjunto com o estado do Alasca e com comunidades nativas da região para “identificar regiões em que houve perda crítica de habitat para as duas espécies de focas”.

As mudanças climáticas que aceleraram o degelo no Árctico afectaram também a formação de neve ao longo do ano, o que deve atingir as focas aneladas, já que elas “protegem e cuidam de seus filhotes em cavernas de gelo na região”, diz o NOAA



Ringed Seal Pusa hispida hispida
credits: NOAA Fisheries

NOAA Fisheries announced today, in compliance with a court ordered deadline, its final listing decision for four subspecies of ringed seals and two distinct population segments (DPSs) of bearded seals under the Endangered Species Act. Specifically, in line with the proposal, NOAA will list as threatened the Beringia and Okhotsk DPSs of bearded seals and the Arctic, Okhotsk, and Baltic subspecies of ringed seals. The Ladoga subspecies of ringed seals will be listed as endangered. The species that exist in U.S. waters (Arctic ringed seals and the Beringia DPS of bearded seals) are already protected under the Marine Mammal Protection Act. Read more here

Geração 'explorer'

08.01.2013
update 11.03.2026
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Referências/ references:
Estados Unidos incluem focas do Árctico em lista de animais em risco de extinção/ NOAA/G1 Natureza
NOAA lists ringed and bearded ice seals populations under the Endangered Species Act/ NOAA Fisheries

Monday, December 17, 2012

Pausa Natal




photo: no identication


photo: no identication


photo: Jason Roberts/AP



Photo: USGS



photo: unknown


photo: David Grey | AP



photo: Nicholas Tyler

As férias de Natal chegaram. E assim Exploradores Polares fará uma pausa. Tal como em anos anteriores, dedicamos este post aos nossos melhores amigos, os animais.

O frio, a neve, aí estão um pouco por todo o mundo! Também a Europa atravessa mais um rigoroso inverno.

Nem sempre a beleza das imagens destes animais nos deve fazer esquecer as dificuldades que atravessam os animais polares, quer pelas alterações climatéricas que lhes dão menos resistência para sobreviver, quer pela caça mortífera ilegal.

Não esqueça de visitar o nosso Green blog !

It's Christmas holiday! So our blog will stop for some days. We will be back in two weeks.

Heavy snow that fells in Europe and other continents. The pictures are beautiful but we must think about the potential devastating effect on the local animals and ecological systems.

Please visit our Green blog.




Boas Festas para todos os nossos leitores seguidores e visitantes! Protejam, os animais! E cuidem o Ambiente!

Happy Festive season for all our readers, followers and visitors! Protect the animals! And take care of the Environment!


Geração 'Explorer'

16.12.2012


Creative Commons License


Nota: Algumas fotografias não têm autor identificado e foram retiradas da página Wild for Wildlife and Nature. 

Note: Some photos don't have photographer's name and are published on the timeline of Wild Wildlife and Nature.


Thursday, December 6, 2012

Degelo aumenta nível do mar




Degelo e subida nível do mar

O degelo da Gronelândia e Antárctida aumentou o nível do mar em 11,1 milímetros desde 1992, um quinto da subida total do mar no mesmo período, indica um estudo recentemente divulgado.




O estudo fornece as provas mais evidentes, até hoje, das perdas de massa nas camadas de gelo polar, escreveu a revista científica Science, no momento em que representantes de 194 países estiveram reunidos em Doha, na 18.ª Conferência Anual da ONU sobre Alterações Climáticas. 




Apoiados pelas agências espaciais norte-americana (NASA) e europeia (ESA), 47 cientistas de 26 laboratórios reuniram dados de dez missões de satélite e produziram "a primeira medição consistente das mudanças nas camadas de gelo polar".
Este estudo, acrescenta a Science, põe fim a 20 anos de incerteza sobre a extensão do degelo nos pólos. 
Liderados por Andrew Shepherd, da Universidade de Leeds, e por Erik Ivins, do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, os investigadores concluíram "que todas as grandes regiões das camadas de gelo polar, excepto uma, perderam massa desde 1992: enquanto a Gronelândia, a Antárctida ocidental e a península da Antárctida perderam massa, apenas a Antárctida Oriental ganhou massa, embora esse ganho não chegue para compensar as perdas no resto da região." 
As perdas não foram homogéneas. Cerca de dois terços das perdas de gelo polar ocorreram na Gronelândia e o restante terço na Antárctida.
"Isto permite fazer uma avaliação mais rigorosa sobre que parte das camadas de gelo é motivo de preocupação (...) É hoje claro que a Gronelândia é um problema para o futuro", afirmou Andrew Shepherd numa tele-conferência de imprensa, quando questionado sobre o que os negociadores reunidos em Doha poderiam retirar deste estudo. 
Os cientistas detectaram também diferenças na velocidade das mudanças em cada um dos pólos. 
Num comentário publicado também pela Science, o climatólogo Richard Alley da Penn State University, que não esteve envolvido no estudo, considerou a investigação "uma conquista espectacular".  
"A informação (...) vai levar a uma melhor compreensão de como as mudanças no nível do mar podem depender das decisões humanas que influenciam as temperaturas globais". 

Lusa

Ler na íntegra aqui




Two decades of satellite readings back up what dramatic pictures have suggested in recent years: The mile-thick ice sheets that cover Greenland and most of Antarctica are melting at a faster rate in a warming world. 

That's the conclusion of an international network of scientists who released their review of one of the biggest question marks in climate science Thursday.  

The net loss of billions of tons of ice a year added about 11 millimeters - seven-sixteenths of an inch -- to global average sea levels between 1992 and 2011, about 20% of the increase during that time, those researchers reported.

CNN

Read more here

Geração 'explorer' 

06.12.2012

Creative Commons License

Referências | References:
Degelo da Gronelândia e Antártida aumenta nível do mar em 11,1 milímetros desde 1992
http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2012/11/29/degelo-da-gronelandia-e-antartida-aumenta-nivel-do-mar-em-111-milimetros-desde-1992

Greenland, Antarctica ice melt speeding up, study finds
http://edition.cnn.com/2012/11/29/world/europe/climate-ice-sheets/index.html