Showing posts with label scientists. Show all posts
Showing posts with label scientists. Show all posts

Saturday, April 14, 2018

Antárctida : Queda de neve aumentou 10% nos últimos 200 anos





An analysis of 79 ice cores collected from the continent reveals a 10% increase in snowfall in Antarctica
creditos: SciTech Europe

A queda de neve na Antárctida aumentou em cerca de 10% nos últimos 200 anos, segundo um estudo apresentado dia 9 de Abril na reunião da União Europeia de Geociências (UEG), em Viena, Áustria. 




A equipa internacional de investigação, liderada pela British Antarctic Survey, analisou 79 núcleos de gelo recolhidos no continente antárctico, de modo a analisar as alterações na queda de neve e o impacto no nível das águas do mar.

Este estudo britânico analisou a queda de neve no continente gelado entre 1800 e 2010. Os resultados elevam as esperanças de desaceleração no aumento do nível das águas dos oceanos. Estudo publicado na revista Climate of the Past.

O estudo mostra que houve um significativo aumento da queda de neve entre 1800 e 2010, o que pode ter impacto global no nível das águas do mar. 

Os resultados da investigação mostram assim que a crescente queda da neve pode contribuir para desaceleramento do aumento do nível do mar. 



Dr Liz Thomas, autora do estudo
créditos:  British Antarctic Survey

"Existe uma necessidade urgente de entender a contribuição do gelo antárctico para o aumento do nível do mar e foram usadas várias técnicas para determinar o balanço entre a queda de neve e a perda de gelo. Quando a perda de gelo não é restituída pela queda de neve, o nível do mar aumenta", 

Liz Thomas, principal autora do estudo

A maior parte da neve caiu na Península Antárctica, no Hemisfério Ocidental. "Os nossos resultados mostram uma mudança significativa no balanço da massa superficial [de gelo] durante o século XX. 

A maior contribuição é da Península Antárctica, onde a queda de neve média anual durante a primeira década do século XXI é 10% mais elevada do que no mesmo período no século XIX", acrescenta Liz Thomas

*Nota: Oiça a entrevista com Dr Liz Thomas aqui

No entanto, a equipa de investigação faz questão de relembrar que os aumentos de queda de neve não invalidam as observações respeitantes ao degelo, registadas pelos satélites ao longo dos últimos 25 anos. 

Embora o aumento na queda de neve, desde 1900, tenha ajudado a baixar o nível das águas do mar em cerca de 0,04 milímetros a cada década, o aquecimento global tem provocado o degelo da parte inferior dos glaciares, o que, pelo contrário, provoca o aumento do nível das águas. Leia mais aqui



Much of the extra snow has fallen on the Antarctic Peninsula
credits: SPL
Scientists have compiled a record of snowfall in Antarctica going back 200 years.
Dr Liz Thomas presented the results of the study at the European Geosciences Union (EGU) General Assembly here in Vienna, Austria.
The study shows there has been a significant increase in precipitation over the period, up 10%.
The effect of the extra snow locked up in Antarctica is to slightly slow a general trend in global sea-level rise.
However, this mitigation is still swamped by the contribution to the height of the oceans from ice melt around the continent.
Some 272 billion tonnes more snow were being dumped on the White Continent annually in the decade 2001-2010 compared with 1801-1810.

Cores have been collected across the continent 
- making this the largest study of its kind
credits: BAS

The British Antarctic Survey (BAS) researcher, Dr Liz Thomas said the work was undertaken to try to put current ice losses into a broader context. "The idea was to get as comprehensive a view of the continent as possible,".
"There's been a lot of focus on the recent era with satellites and how much mass we've been losing from big glaciers such as Pine Island and Thwaites. But, actually, we don't have a very good understanding of how the snowfall has been changing.
"The general assumption up until now is that it hasn't really changed at all - that it's just stayed stable. Well, this study shows that's not the case.”
Dr. Liz Thomas 
*Note: Hear the interview with Dr. Liz Thomas here



Artwork: Satellites routinely map Antarctica, 
but their data record is only about 25 years
credits: BAS
The previous, most extensive survey of this kind assessed just 16 cores. The new study is therefore much more representative of snowfall behaviour across the entire continent.
It found the greater precipitation delivered additional mass to the Antarctic ice sheet at a rate of 7 billion tonnes per decade between 1800 and 2010 and by 14 billion tonnes per decade when only the period from 1900 is considered.
Most of this extra snow has fallen on the Antarctic Peninsula, which saw significant increases in temperature during the 20th Century.Read more here 
Geração 'explorer'
14.04.2018

Creative Commons License

Sources: 
Público/ Ambiente
BBC/ Science & Environment
Phys.org

Saturday, January 10, 2015

Conclusões do resgate do Akademik Shokalskiy




Photograph: Laurence Topham


Após as férias de Natal, eis-nos aqui de novo. Desta vez para alertar de novo para as alterações climáticas.

A notícia é do final de 2014, mais precisamente 25 Dezembro, dia de Natal, mas sempre importante alertar para este tipo de situações a que nem os cientistas  polares escapam.


Photograph: Laurence Topham


Lembram o resgate do Australasian fretado MV Akademik Shokalskiy na Antárctida que levou à publicação de um código obrigatório para a navegação polar?

Pois após um ano desse resgate, só agora, em 25 Dezembro, as conclusões e ganhos científicos dessa viagem foram publicados e dados a conhecer à comunidade científica polar.

Dois cientistas e vários turistas a bordo do navio de pesquisa russo Akademik Shokalskiy foram resgatados no dia de Natal, a 25 Dezembro 2013.
Eles encontravam-se presos na Antárctida, desde a véspera de Natal devido ao mau tempo.
A viagem tentava seguir os passos de Douglas Mawson, o grande explorador polar e cientista que liderou a Australasian Antarctic Expedition, em 1911.
O que aconteceu em vez capturar a atenção do mundo, foi algo que nenhum dos cientistas, jornalistas, e turistas a bordo poderiam ter previsto.

 Photograph: Unimedia/Barcroft Media

http://i.guim.co.uk/

De acordo com o pesquisador italiano do Instituto Nacional de Astrofísica, Francesco D’Alessio, que estava a bordo do navio, todos os passageiros teriam sido salvos. 
Após o resgate, apenas foi necessária a retirada dos equipamentos. O navio estava a cerca de dois mil quilómetros do sul da Tasmânia.


 Sunrise over the Shokalskiy
Photograph: Laurence Topham
As autoridades australianas para a Segurança Marítima (AMSA) declararam que os passageiros não poderão chegar a Hobart, na Tasmânia, antes de meados de Janeiro 2014.
Outras tentativas de resgate anteriores não haviam sido bem sucedidas por causa do mau tempo e do gelo no mar.

Photograph: Laurence Topham


After the holiday season, here we are again. This time to alert to climate change once more.

This new is from December 2014, more precisely on Christmas Day, but it's always important to alert for this kind of events that even polar scientists escape.

Do you remember the rescue at Antarctida, December 2013? The icebound crew of the Akademik Shokalskiy made headlines but, a year on, the fruits of their expedition are revealed

Scientists and tourists rescued on Christmas. The voyage was meant to retrace the steps of Douglas Mawson, the great polar explorer and scientist who led the Australasian Antarctic Expedition of 1911. What happened instead captured the world’s attention, something none of the scientists, journalists and paying public aboard could have foreseen.


Photograph: Laurence Topham


The Akademik Shokalskiy got stuck in ice on Christmas Day 2013 only two weeks after leaving New Zealand. A rescue mission swung into operation. Chinese, French and Australian icebreakers hurried to the scene only to be defeated by the ice floes themselves.

As the story went global, the venture came in for plenty of criticism. And a mandatory code needed over and above existing rules and guidelines for ships operating in polar waters. 



Media interest in the expedition faded after the rescue, but in the year since Turney and his team have been busy. 
Scientific samples and measurements from the voyage are being turned into research papers that reveal striking changes at the southern ice cap. 
Climate sceptics suggested the incident disproved global warming, even though the ship’s encasement was caused by the wind blowing ice around, making this a weather problem rather than a climate impact. Read more here.
Geração 'explorer'
10.01.2015
Creative Commons License

Monday, November 24, 2014

Código Polar aprovado por cientistas da IMO



credits: Jenny E. Ross/Jenny E. Ross/Corbis
Em Março de 2014, já tinhamos publicado acerca do Código Obrigatório para a Navegação Polar.
O secretário-geral da Organização Marítima Internacional (IMO), Koji Sekimizu, informara em Fevereiro, que todos os membros de acordo que um código obrigatório era necessário, contendo regras e directrizes para os navios que operassem em águas polares. E que tal código estaria pronto até ao final deste ano 2014.


Pois bem, o secretariado da International Maritime Organization (IMO) aprovou esta sexta-feira, 20 Novembro 2014, Código Internacional Polar para navios que operam nas águas polares, bem como as alterações relacionadas com a Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar (SOLAS) de modo a torná-lo obrigatório.
É um marco histórico no trabalho da Organização para proteger os navios e as pessoas a bordo eles, quer marinheiros quer passageiros, em ambiente hostil nas águas que cercam os dois pólos.
Essas mudanças, que incluem requisitos obrigatórios para construção de navios, formação da tripulação e de busca e salvamento. Os protocolos deverão ser ratificados pelo plenário da IMO no próximo ano entrarão em vigor em 1 Janeiro 2017.
Evan Bloom, director do Bureau para assuntos do Oceano Polar e do Departamento de Estado dos EUA afirmou:
"Mais e mais pessoas irão para o Árctico, por uma razão ou outra. No futuro, pode haver [mais] navios de pesca ... Não haverá mais turismo. Mas haverá mais e mais comércio. "


credits: IMO

Scientists, regulators and shipping industry representatives were working since February 2014 on a mandatory code for ships in polar regions after the rescue of the Australasian-chartered MV Akademik Shokalskiy in Antarctica.
The international body in charge of sea safety adopted measures on Friday to protect people and the environment during a predicted shipping rush in the Arctic.
But environment groups and insurers said the International Maritime Organisation (IMO) Maritime Safety Committee had failed to address key issues including a proposed ban on heavy fuel oil and how to safeguard against cowboy operators.



The committee, which met in London this week, signed off on the Polar Code and various amendments to the Safety of Life at Sea (Solas) convention. These changes, which include mandatory requirements for ship design, crew training and search and rescue protocols, are expected to be ratified by the full IMO next year and come into force in 2017. 
Melting sea ice due to global warming and pressure to cut costs makes the Arctic commercially enticing to shipping companies who want to avoid the circuitous, pirate-ridden voyage from China to Europe via the Suez Canal. 
Tourism, fishing and fossil fuel operations are also looking toward one of the world’s most fragile and extreme environments.
Evan Bloom, director of the US State Department’s Office of Ocean and Polar Affairs said: “More and more people are going to be in the Arctic for one reason or another. In the future there may be [more] fishing vessels... There will be more and more tourism. There will be more and more commerce.”
He says this increases the likelihood of something going wrong in a region where there is currently very little capability to respond in either a search and rescue or environmental clean-up capacity. Read more here
Depois dos vários acidentes de navios encalhados no gelo ou abalroados por icebergues, nada é demais para proteger a segurança dos marinheiros, cientistas e passageiros.
Geração 'explorer'
24.11.2014
Creative Commons License

Thursday, November 13, 2014

#Philae celebrado com Doodle


Google doodle Philae



Missão histórica #Rosettateve final feliz. Depois de se separar da sonda Rosetta, o robô Philae conseguiu aterrar no cometa 67P. 
Os cientistas esperam com isto conhecer as origens do universo. A viagem da sonda começou há 10 anos.
Google homenageou este facto histórico da ciência com um Doodle interactivo que deve apreciar na página de entrada do motor de busca.


Projecção da aterragem | Agência Espacial Europeia /  ESA


Missão cumprida. Após várias horas em queda livre, lenta, no espaço, o módulo  Philae poisou com sucesso no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, aterragem que foi seguida com atenção pelos cientistas na sede da Agência Espacial Europeia (AEE) e celebrada entusiasticamente em emissão directa.

A última etapa da missão, que numa primeira fase implicou que o módulo espacial se separasse da sonda Rosetta, era aguardada com expectativa, dado que envolvia o risco estimado em 50% de fracassar. Foram sete horas de "sofrimento", que chegou ao fim quando, como previsto, os 'pés' do robô se fixaram no cometa.



welcome to a comet #Philae

Esta missão da AEE nasceu em 1993, quando teve luz verde para avançar. 

viagem da #Rosetta começou há 10 anos e a sonda percorreu 6400 milhões de quilómetros desde que foi lançada para o espaço na Guiana Francesa, em 2004. 

A sua tarefa termina em 31 de dezembro de 2015; até lá a sonda irá continuar a observar a actividade do cometa na sua viagem em direcção ao Sol. 



#Rosetta #Philae

Com esta missão, os cientistas esperam vir a saber mais sobre a composição dos cometas e a forma como reagem quando se aproximam do Sol. 

Equipado com uma série de acessórios e equipamento fotográfico, o módulo Philae, acredita-se, será uma peça chave para ajudar a entender a formação dos planetas e o surgimento da vida na Terra.

Uma excitação ! Autêntica lição de ciência ao vivo que seguimos com muito entusiasmo.




credits : ESA

Rosetta Mission's successful comet landing using the Philae space probe has been marked with its own Google Doodle. Beautiful, isn't it?

The Doodle features an animated version of the Philae lander along with the tagline "first controlled touchdown on comet nucleus".

It's taken 10 years to get to this point, but now the Rosetta mission has achieved what no other mission has achieved before: it's safely landed on a comet more than 300 million miles away and is now gathering as much data as possible about its new home.

The event was followed live stream at ESA. Watch the video here. And visit the website ESA to follow all the news.

What an excitement to all of us ! A science lesson live !

Geração 'explorer'

13.11.2014

Creative Commons License

Sunday, March 9, 2014

Código Obrigatório para Navegação Polar



photo:  Laurence Topham | The Guardian

Os cientistas, reguladores e representantes da indústria de transportes estão  a trabalhar em código obrigatório para navios nas regiões polares, após o resgate do Australasian fretado MV Akademik Shokalskiy na Antártida. 



Antarctic veteran and expedition co-leader, Greg Mortimer
photo:  Laurence Topham | The Guardian

O secretário-geral da Organização Marítima Internacional (IMO), Koji Sekimizu, disse num workshop em Londres, no mês passado, que todos os membros haviam concordado que um código obrigatório era necessário, contendo regras e directrizes para os navios que operem em águas polares.

"O trabalho para finalizar o código no final deste ano está no bom caminho."
Koji Sekimizu

O Comité para a Protecção do Meio Marinho da organização e do comité de segurança marítima, agendaram uma reunião nos próximos três meses para trabalhar no código. O código cobrirá projectos de construção de navios, bem como treino de observação e manutenção de sistemas e equipamentos em navios.



photo:  Laurence Topham | The Guardian

Será necessário um código obrigatório porque o transporte polar irá aumentar em volume e diversificação nos próximos anos.

Navios que operam no Árctico e na Antárctida foram expostos a uma série de riscos extremos e ao afastamento das áreas de resgate já feitos ou operações de limpeza difíceis e onerosas.


photo:  Laurence Topham | The Guardian

Vessels in Arctic and Antarctic exposed to unique risks and the remoteness makes rescue operations difficult, expert says.

Scientists, regulators and shipping industry representatives are working on a mandatory code for ships in polar regions after the rescue of the Australasian-chartered MV Akademik Shokalskiy in Antarctica.
The International Maritime Organisation secretary general, Koji Sekimizu, told a workshop in London late last month that members had agreed a mandatory code was needed over and above existing rules and guidelines for ships operating in polar waters. Read more here
Continuamos a nos interrogar se estas expedições poderão ou não pôr em risco os animais polares.

Geração 'explorer'

09.03.2014

Creative Commons License


Sunday, February 17, 2013

Antárctida: biodiversidade em risco




foto: Schmidt film



foto: autor não identificado


Investigadores da Universidade de Jena (Alemanha) advertiram que a presença permanente de equipas de cientistas na Antárctida está a prejudicar o ambiente e biodiversidade daquela região, bem como a sua fauna e flora.
A equipa alemã explica que há denúncias de locais onde são atirados restos de produtos químicos perigosos a céu aberto, lixo, latas de óleo e até baterias de carros. Impensável!
Há regiões costeiras e praias que têm sofrido com a poluição do uso descuidado de combustíveis nas estações de pesquisa.

“Há um verdadeiro problema de lixo na Antárctida” 

Hans-Ulrich Peter, coordenador do relatório



A maioria dos problemas encontrados pela equipa de Peter diz respeito à Ilha Rei George, localizada a cerca de 120 quilómetros do continente. É nesse local, mais precisamente na Península Fildes, que os ecologistas estão a fazer pesquisas desde 1983, documentando as mudanças no ambiente. 

“A Península Fildes é uma das maiores áreas sem gelo da Antárctida, com um grau relativamente elevado de biodiversidade”

Peter

foto: wikipedia
Como resultado da diversidade local, a região tem atraído muito interesse científico, o que levou à construção de seis estações permanentemente ocupadas. Essas instalações incluem ainda uma pista de pouso numa área relativamente pequena, que se tornou o centro de logística local.
Os ecologistas alemães puderam aí notar nos últimos 30 anos que não é apenas a mudança climática que afecta o continente. A influência contínua de seres humanos também tem ameaçado a vida natural da Antárctida. 

“Devido às condições climáticas extremas, a vegetação mais sensível só se recupera lentamente”, 

Christina Braun, pesquisadora 
(membro da equipa de Hans-Ulrich Peter)
A flora típica da Antárctida tem sofrido também com um outro invasor externo: as plantas que chegam importadas de outros continentes. 

photo: A. Nordt

“Há alguns anos, descobrimos plantas não nativas próximas da estação russa Bellingshausen”

Braun

Assim, insectos e outras espécies de animais e plantas, que são importados inadvertidamente, estão a colocar também em risco o equilíbrio do ecossistema local.

A ânsia do domínio do território da Antárctida vai acabar por destruir a biodiversidade da região.


Photo: A. Nordt

report released Friday (PDF) called  ‘”Current Ecological Situation of the Fildes Peninsula Region and Management Suggestions,” authored by scientists at Germany’s Jena University, shows that decaying field huts, piles of trash and oil-slicked shorelines mar British Antarctic Territory’s King George Island, a logistical hub for international Antarctic research. Read more here

Geração 'explorer'

17.02.2013

Creative Commons License

Referências:

Presença permanente de cientistas prejudica na Antárctida prejudica biodiversidadehttp://greensavers.sapo.pt/2013/02/09/presenca-permanente-de-cientistas-na-antarctida-prejudica-biodiversidade/

Trash Threatens Fragile Antactida Environment
http://blogs.smithsonianmag.com/science/2013/02/trash-threatens-fragile-antarctic-environment/