Thursday, March 26, 2015

Earth Hour 2015 : #YourPower





Earth Hour 2015

É pela segunda vez o blogue Geração Polar celebra a Hora do Planeta. Hoje, dia 28 Março 2015 participamos na Hora do Planeta.

Desde 2007, no último sábado de Março, todos os habitantes do planeta são convidados a apagar a luz às 20:30 (hora local), numa acção simbólica em defesa do ambiente.



Earth Hour in Antarctica under the Southern Lights
credits:  © Tom Welsh, British Antarctic Survey

E ninguém melhor do que os autores deste blogue polar para alertar para as mudanças climáticas que se têm reflectido no degelo dos pólos.

O lema de 2015 é use #YourPower.

Portugal começou a aderir a partir da Hora Planeta 2009.




https://www.earthhour.org/

Hora do Planeta começou em 2007 na Austrália, no ano seguinte transformou-se num movimento global com mais de 65 milhões de pessoas em 35 países a aderirem.

Hora do Planeta 2014 celebrou-se em 158 países e 7 000 cidades e localidades, tornando-s um dos maiores eventos do planeta.

Em Portugal 91 e uma cidades e localidades participaram. E em 2015, temos 117 municípios inscritos  e 50 monumentos emblemáticos do país ficarão às escuras das 20:30 às 21:30, hora local. Consultar a lista aqui







Today, Saturday 28 March, at 8:30PM (local time), lights will switch off around the globe for Earth Hour and people will commit to actions that go beyond the hour.

Earth Hour is celebrated on Antarctida as well. 





WWWF


The simple idea of switching off lights for an hour to drive action on climate change began in Australia in 2007 and now all seven continents are celebrating Earth Hour for the9th year.

Join the largest grassroots environmental movement in the world! ‪#‎EarthHour‬ is this Saturday, 8:30pm-9:30pm your time.


Don't forget ! Use #YourPower !

Visit our green blog. We celebrate Earth Hour as well.


Geração 'explorer'

28.03.2015

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Sunday, March 22, 2015

Mar Árctico : gelo atinge nível mínimo




Arctic sea | Reuters
Segundo um estudo desenvolvido pelo Centro Nacional de Neve e Gelo dos Estados Unidos (NSIDC), o nível de gelo existente no Mar Árctico é o mais baixo desde 1972, ano em que se começou a medir a quantidade de água gelada através de imagens por satélite. 

O estudo, divulgado sexta-feira, dia 20 Março 2015, revela que a quantidade de gelo no Mar Árctico, na região que circunda o Pólo Norte está reduzida a 14,54 milhões de km2 - uma extensão pouco maior do que o Canadá -, menos 1,1 milhões de km2 relativamente à média estimada entre os anos 1981 e 2010. 
Espera-se que com a entrada da Primavera, o degelo na região se acentue.



Labrador sea | Wikipedia Commons
Há, no entanto, excepções: o Mar do Labrador (entre o Canadá e a Gronelândia) e o Estreito de Davis (situado entre a costa ocidental da Gronelândia e a ilha de Baffin, no Canadá).


Davis strait | Wikipedia Commons
Segundo o Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas das Nações Unidas IPCCa diminuição do gelo na região mais a Norte do planeta está associada ao aquecimento global e à emissão de poluentes por parte de fábricas e centrais de energia situadas na Europa e na Ásia. 

Quando estas partículas atingem a neve e o gelo absorvem luz solar, acelerando o processo de degelo, que decorre a um ritmo de cerca de 3 a 4% por década.

Um estudo de 2012, desenvolvido pelo jornal científico Environmental Research Letters, concluía que entre 70 a 95% do degelo no Árctico estava a ser causado por actividade humana. 

A manter-se este cenário, é provável que na segunda metade deste século, durante a época de verão, não haja gelo na região, alertam os cientistas.




"A maioria dos modelos aponta na mesma direcção, isto é, cada vez menos gelo", afirma Sebastian Gerland, do Instituto Norueguês de Investigação Polar. O especialista acrescenta que há cada vez menos gelo a 'sobreviver' a mais do que um Inverno. 

O degelo no Árctico tem afectado a fauna local, nomeadamente os ursos marinhos e as focas, bem como a comunidade indígena, com a facilidade de acesso à região. Mas os preços baixos do petróleo têm desencorajado a exploração. 

Segundo Rafe Pomerance, presidente do grupo ambiental Arctic 21, citado pela Reuters, "estes novos dados sobre o degelo deixam uma clara mensagem à comunidade global, a de que o Ártico está a aquecer duas vezes mais rápido do que o resto do planeta".

Segundo a Organização Meteorológica Mundial, 2014 foi o ano mais quente desde que se iniciou o registo das temperaturas, em 1880. Cerca de 200 países concordaram em reunir-se em dezembro deste ano, em Paris, para avançar com medidas para conter o aquecimento global.



photo: Jonathan Hayward / The Canadian Press

Arctic sea ice appears to have shrunk to its lowest level on record for this time of year, scientists said this week.

The amount of ice covering the sea around the Arctic regularly grows through the dark freezing winter before melting as the summer months near.

This winter, the maximum level of ice seems to have been reached earlier than usual, on February 25, according to the US-based National Snow and Ice Data Center.

The amount of ice coverage was also the lowest in a satellite record dating back to 1979.



Credit: National Snow and Ice Data Center

A late season surge in winter sea ice growth is still possible, the NSIDC said, adding it would publish a more detailed set of figures in early April.

“However, it now appears unlikely that there could be sufficient growth to surpass the extent reached on February 25,” the centre said in a statement.

The new data are a fresh sign of the impact of climate change, said some researchers.


Credit: National Snow and Ice Data Center

Rafe Pomerance, chairman of the Arctic 21 coalition of groups working on climate change in the Arctic, said: “This new data on sea ice loss sends a clear message to the global community that the Arctic is unravelling, warming twice as fast as the rest of the planet.” Read more here


Geração 'explorer'

22.03.2015

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sources: Expresso | Internacional
Financial Times | Science & Environment

Tuesday, March 17, 2015

Feliz Dia do Pai, Pinguim Imperador !




Pinguim Imperador e sua cria

O mundo animal nem sempre é protector das suas crias, mas há 10 animais que têm nota 10 no seu papel de protecção.

E como o "Dia do Pai" está ai, 19 Março, deixamos aqui o "Pai no reino animal polar" que leva o seu papel de pai muito a sério. Ai de quem colocar em perigo as suas crias.

Poucos pinguins se dedicam tanto aos seus filhotes cmo o Pinguim imperador. Lembram-se do filme Happy Feet?



Pinguim Imperador e sua cria

O ovo é incubado pelo pai durante cerca de 65 dias, que correspondem ao inverno antárctico. Para superar temperaturas de -40 °C e ventos de 200 km/h, os machos amontoam-se e passam a maior parte do tempo dormindo para poupar energia. 

Eles nunca abandonam o ovo, que congelaria, e sobrevivem à base da camada de gordura acumulada durante o verão. 

A fêmea substitui o macho apenas quando regressa no princípio da primavera. Se a cria choca antes do regresso da mãe, o macho do pinguim-imperador alimenta o filho com secreções de uma glândula especial existente no seu esôfago. 

Ora digam lá se não é um pai fantástico! Feliz Dia do Pai, Pinguim Imperador !



Penguin Emperor family


There are few examples in nature of a #father more dedicated than the Emperor Penguin

After the female lays the egg, her nutritional reserves become depleted and she must return to feed in the ocean for two months. The mother penguins then set off back to sea and do not return until July.

This leaves the responsibility of keeping the egg warm through the freezing Antarctic winter to the father.
The father spends the two months holding the egg precariously between the tops of his feet and his brooding pouch, without feeding, throughout the brutal winter (when freezing winds can reach 120 mph). 

At this point, the males take charge of the egg. No nest is built and the egg is incubated on the feet of the parents, a special fold of abdominal skin covers the egg to keep it warm. 



Penguin Emperor father and his chick


The male Emperors with their valuable eggs sit huddled together on the ice throughout the dark weeks and months of the Antarctic night. 

The average temperature is around -20°C (-4°F) going down to -50°C (- 58°F) and with winds that gust up to 200km per hour (124mph). 

The males do not eat at all throughout this time, but just sit and wait and protect their egg, (later the chick) until their mate comes back to relieve them.

If he moves too suddenly or the egg becomes exposed to the freezing temperatures, the chick will perish. But his dedication - and his balance - ensures the survival of a new generation. 

Remember Happy Feet? Just awesome !

Wow ! What a dad! Happy Father's Day, Emperor Penguin!

Geração 'explorer'

17.03.2015

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Sunday, February 15, 2015

Antarctida : 100 anos depois, abrigos dos exploradores




Shackleton's Hut

credits: Rolf Stange

National Geographic publicou um video em que mostra como, um século depois dos primeiros exploradores da Antártida terem construido casas em madeira, no planeta mais gelado, seco, e ventoso da Terra, conservadores restauraram quatro desses marcos fundamentais, a fim de preservarem os abrigos das primeiras campanhas no continente antárctico, em 1900.


Veja aqui o video do National Geographic. Narração do arquitecto Pip Cheshire, responsável pelo projecto de conservação. Admirável trabalho que pode ser um excelente recurso educativo.



Interior of Shackleton’s hut, Antarctica left as it was in 1908. photo taken in 2009. Note the socks that have been hung up to dry for over a century


As cabanas de madeira portáteis, localizado na Ilha de Ross, em Cape Evans, na Antárctida, deram abrigo a conhecidos investigadores britânicos Ernest Shackleton e Robert Falcon Scott bem como às suas tripulações. 

As expedições do século XX foram as primeiras a explorar e estudar o continente austral. 



A picture of Scott taken in the hut in 1911 juxtaposed with a picture of the same place taken in 2005


Trabalhando a partir de fotografias e documentos históricos, os especialistas levaram dez anos para restaurar as cabanas, que tinham sofrido infiltrações de água, desgaste do tempo, restando apenas vestígios num dos ambientes mais inóspitos do planeta.


"O facto de terem resistido durante um século, é realmente uma sorte tremenda - não foram construidas para resistir a tanto", disse Macdonald.



Shackleton's Hut, 1909 


About a hundred years after Antarctic explorers set up house on the coldest, driest, and windiest place on Earth, conservators have restored four of these landmarks to look as they did in their former heydays. 


credits: Rolf Stange

The portable wooden huts, located on Antarctica's Ross Island, gave shelter to well-known British adventurers Ernest Shackleton and Robert Falcon Scott and their crews. The 20th-century expeditions were the first to explore and study the southernmost continent. 

Watch the video on National Geographic. The narration is by the architect Pip Cheshine, the project manager. This is awesome video and a good digital resource in school curriculum.



Shackleton's Hut is pictured almost exactly as it would have been in 1909


Working from historical photographs and documents, it took experts ten years to conserve the huts, which had suffered due to water seepage, age, and simply being left to the elements in one of the harshest environments on the planet.



Inside Captain Scott’s Terra Nova Hut on Cape Evans
"That they've survived for a century is really tremendous good luck—they weren't made for that at all," Macdonald said. Read more here

Acompanhamos os projectos ligados à Antárctida, desde 2007-2008, data da celebração do Ano Internacional Polar em que participámos em diversas actividades.

Consideramos este trabalho de invulgar importância para preservação da memória científica e cultural ligada às primeiras expedições polares.

Geração 'explorer'

15.02.2015

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Thursday, February 5, 2015

Alasca : biodiversidade mais protegida?




foto: bcanepa_photos / Creative Commons
O presidente norte-americano, Barack Obama anunciou um novo plano para proteger 4,9 milhões de hectares do Alasca, acabando com dezenas de projectos ligados aos combustíveis fósseis previstos para esta região.
O plano anunciado no dia 01 Fevereiro 2015, prevê aumentar o tamanho do Arctic National Wildlife Refuge, o maior parque natural dos Estados Unidos. 
Segundo o Washington Post, esta intenção é apenas o início de um mega plano de protecção ambiental: Obama quer fazer anunciar novas áreas de reserva natural em outros estados do país na próxima semana. Alguns deles irão retirar o Oceano Pacífico da lista de locais disponíveis para as petrolíferas trabalharem.


A polar bear is shown in the Arctic National Wildlife Refuge in Alaska
Subhankar Banerjee/AP
Segundo o mesmo jornal, várias espécies garantem, desde já, novas percentagens de sobrevivência a médio e longo prazos. Estão nesse caso, os ursos polares, um animal protegido pela Lei das Espécies em Perigo de Extinção; a rena do Alaska, os lobos ou os ursos-cinzentos.

Credits: White House Youtube
President Obama will propose setting aside more than 12 million acres in Alaska’s Arctic National Wildlife Refuge as wilderness, the White House announced last Sunday.


“Alaska’s National Wildlife Refuge is an incredible place - pristine, undisturbed. It supports caribou and polar bears, all manner of marine life, countless species of birds and fish, and for centuries it supported many Alaska Native communities. But it’s very fragile,” 
President Obama in White House video


Alaska reindeer /caribou
photo: author not identified
The new measures reflect the Obama administration’s heightened focus on the Arctic, which is home to some of the nation’s most exceptional habitat but is also under intense pressure from climate change because it is warming faster than other areas. Read more here

Goof news for biodiversity and habitat of endangered species due climate change.

Consideramos uma boa notícia para a biodiversidade e protecção do habitat de várias espécies que têm vindo  a ser ameaçadas devido ao aquecimento global.


Geração 'explorer' 

05.02.2015

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Sunday, January 18, 2015

Endurance : Foi há 100 anos : Uma história de sobrevivência !





Endurance | Antarctida, 1915
https://en.wikipedia.org/
Faz hoje, dia 18 Janeiro de 1915, 100 anos que vinte e oito homens partiram a bordo de um navio rumo à Antárctida para tentar um feito único: atravessar o continente a pé. O que aconteceu depois de encalharem num banco de gelo é uma das mais extraordinárias histórias de sobrevivência de sempre.

O Endurance avançava lentamente com extremo cuidado, contornando enormes icebergues no mar de Weddell, na Antárctida. A tempestade da véspera - que detivera o navio numa espessa placa de gelo - acalmara o suficiente para permitir à tripulação içar as velas e navegar por entre densas massas de picos gelados. Aproveitando um longo canal de água que se abrira junto à base de um glaciar, o navio conseguiu percorrer 38 quilómetros até encalhar de novo.

Nessa noite, os vinte e oito tripulantes deitaram-se com a esperança de que o amanhecer trouxesse melhores condições para prosseguir viagem até à baía de Vhasel, a menos de um dia de distância. Nenhum imaginava que o Endurance já não sairia dali, afundando-se dez meses depois, esmagado pelo gelo, e deixando os tripulantes entregues à sua sorte. 




The inspirational explorer, Ernest Shackleton/Alamy

Alguns meses antes, em Agosto, o Endurance zarpara do porto de Plymouth, no Reino Unido, numa expedição à Antárctida liderada por Ernest Shackleton, um dos mais conceituados exploradores polares da época.
Depois de Roald Amundsen ter conquistado o Polo Sul, em 1911, Shackleton tentava obter o último grande prémio ainda não reclamado da exploração antárctica: a travessia a pé do continente.





Google Doodle Aniversário de Ernest Shackleton (2011)


Chamou-lhe Expedição Transantárctica Imperial e seria assim o último feito da Idade Heróica da Exploração da Antárctida.
"Do ponto de vista sentimental, é a última grande viagem polar que resta fazer. (...) a maior e mais extraordinária de todas as viagens: a travessia do continente", escreveu Shackleton no prospeto da expedição.



Endurance | Antarctida
créditos : Frank Furley (the expedition's photographer)
Com bravura, percorrem em seis semanas mais de 1 600 quilómetros de bancos de gelo até ao fatídico dia. Dessa vez, o gelo comprimia de tal forma que aprisionou o navio. Durante dias, semanas, meses, a tripulação desesperou para poder seguir viagem. Em Julho, Shackleton antecipa o pior: "Está quase a chegar o fim... O navio não vai aguentar mais. (...) O que o gelo agarra, o gelo não larga". 







A 21 de Setembro, dez meses depois de terem encalhado, os 28 homens observaram impotentes o Endurance a afundar-se. Estavam entregues à sua sorte, sem possibilidade de resgate.  

Durante os dez meses em que o navio esteve aprisionado, a tripulação organizou jogos de futebol para aliviar o tédio, equipa de bombordo contra a de estibordo. Ao domingo, entretinham-se com sessões de canto. As noites eram animadas por Leonard HusseyLeonard Husseypopular meteorologista e exímio tocador de banjo. 
Quando, em Maio, o sol desaparecia por quatro meses, uns refugiavam-se no xadrez, outros preferiam jogos de cartas e damas, e outros ainda os livros ou jogos de adivinhas. Focas e pinguins tornam-se alimentos necessários. 




Expedição de Shackleton

Depois de treze meses, um ano e um mês, presos no gelo, e mais seis dias num mar agitado, com correntes imprevisíveis, pisaram, após 497 dias, finalmente terra firme. 

Os homens estavam maltratados, extenuados e tensos. Havia quem não dormisse há 90 horas. Alguns, mal pisaram a areia da praia, vaguearam em ziguezague, como se estivessem alcoolizados. Outros pareciam ter enlouquecido.




Launching The James Caird
by probably Frank Hurley, the expedition's photographer 
This photograph was published in the United States in Ernest Shackleton's book, South, William Heinemann, London 1919.

A ilha era um local inóspito, afastado de qualquer rota marítima. Por isso, oito dias depois do desembarque, Shackleton tomou uma decisão que viria a ser decisiva para o resgate do grupo. Ele e cinco outros homens navegariam no maior dos botes, o James Caird, rumo à Geórgia do Sul, e aí pediriam ajuda para resgatar o resto do grupo. 

Poucos acreditavam no sucesso da missão: a ilha estava a 1 300 quilómetros de distância, dez vezes mais do que haviam acabado de percorrer. Em pleno inverno, num barco aberto de 7 metros de comprimento, teriam que enfrentar ventos de 130 km/h, vagas de 20 metros e navegar às cegas num mar hostil.






Os seis homens chegam sãos e salvos à Geórgia do Sul. Em Maio de 1916, no final do mês de Agosto, mais de ano e meio depois de ter ficado presa no gelo, a restante tripulação do Endurance seria resgatada na ilha Elefante por um pequeno rebocador disponibilizado pelo governo do Chile, depois da recusa do almirantado britânico em ceder um navio, por causa dos esforços da I Guerra Mundial. Quando alcançou a ilha, Shackleton contou 22 silhuetas. Todos os homens tinham sobrevivido. Na carta que enviaria à mulher, escreveu apenas. "Consegui. Maldito almirantado... Não perdemos um único homem e atravessámos o inferno".


Informar +

Para saberes mais, visita:





Endurance | Antarctida
créditos : Frank Hurley (the expedition's photographer)

Exactly 100 years ago Sir Ernest Shackleton’s famous polar vessel The Endurance was beset: gripped by strangulating sea ice off the Antarctic Peninsula. Shackleton’s dream of becoming the first to cross the Southern Continent on foot was over, and one of history’s most famous battles for survival had begun. Read more here







Sir Ernest Shackleton and crew of the Endurance embark on what will become the greatest story of bravery, leadership and survival of all time.

Shackleton 100, website to mark the centenary of Sir Ernest Shackleton's mission to the Antarctic, ultimately the mission was a failure but the incredible story of how Shackleton led the crew through survival in the most inhospitable place on Earth. 

For more information, read:





Geração 'polar explorer'
18.01.2015

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