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Thursday, January 23, 2020

Top Posts mais lidos 2019 Geração Polar #semestre2






When Christmann came across this penguin couple in Atka Bay,
Antarctida,  seemingly with an egg
credits: Stefan Christmann

Depois de publicarmos a retrospectiva das publicações 2019 relativa ao Top dos post mais lidos do #semestre1 2019, passamos a apresentar a súmula das nossas publicações do ano 2019, #semestre2, do blog Geração Polar. 

Tal como fizemos em 2015, 2016, 2017, 2018, e 2019 passamos a apresentar o Top dos posts mais lidos 2019 #semestre2 de Blog Geração Polar. 

A selecção é baseada no número de visitas de cada publicação e não pela ordem temporal.





It was early March and Levi spotted this mother polar bear and her two cub
credits: Steve Levi

Mais abaixo, lerão o Top dos posts mais lidos 2019 #semestre2 de Blog Geração Polar. 

A selecção é baseada no número de visitas de cada publicação e não pela ordem temporal.

E não resistimos a partilhar convosco algumas fotos deliciosas de animais de The Wild Photographer of he Year 2019.





From a hide on the coast of northern Norway, a golden eagle became 
curious of the camera
credits: Audun Rikardsen

Looking back 2019, we have come up with our roundup of what's been most-read,#semester2 on our Blog Geração Polar. The selection is based on page views of the most read posts:

As we did in 2015, 2016, 2017, 2018 and 2019, here  the Top of posts of 2019,#semester2

First, we don't resist sharing with you some amazing photographs of wildlife. This time from The Wild Photographer of he Year 2019. Awesome photographers. Such great photos. Beautiful wild animals!





After a rough journey by sea to the remote Snow Hill island off the east coast of the Antarctic peninsula
credits: Yaz Loukhal 


Here the most popular posts 2019 #semester2:








Dia Mundial das Aves Migratórias: Proteja os pássaros marinhos !





Vulcão White Island/ Nova Zelândia
créditos: Michael Schade/AFP

Nosso crush of 2019 #semestre2? Nova Zelândia : Vulcão entra em erupção repentina. Turistas apanhados. Por quê? Insensato fazer-se de um vulcão activo, um lugar de turismo.

Turistas foram vistos a aproximar-se da cratera do vulcão White Island poucos momentos antes da erupção.

As imagens falam por si. Uma coluna gigante de fumo cobre quase toda a paisagem de cinzento, enquanto os operadores turísticos tentavam resgatar as pessoas ainda no local.

Diversas turistas morreram depois do vulcão ter entrado em erupção inesperadamente. Um destino turístico da Nova Zelândia. A polícia temeu não haver sobreviventes. E muito poucos houve, apesar das constantes buscas feitas também pelo exército.






Our crush of 2019, semester #2?  Nova Zelândia : Vulcão entra em erupção repentina. Turistas apanhados. Why? Impossible to let tourists visit a active volcano. 
Moments before one of New Zealand's most active volcanoes erupted in December, tourists were seen walking inside its rim.



Vulcão White Island/ Nova Zelândia
créditos: Michael Schade/EPA
Tourists died. Rescuers searched for more tourists alive or not. Military recover team returned. Some bodies transferred from White Island to HMNZS Wellington by helicopter, as divers search for final missing. 
Some academics have been questioning the wisdom in allowing White Island to be a tourism destination.

Don't forget to visit the the roundup of what's been most-read #semester2 of our green blog Geração Verde.

Climate change and oceans pollution must be two important issues to talk in school curricula to continue waking up young people.

May 2020 be a New Year for the defense of the environment and the wildlife on the planet Earth! Keep our eyes on Climate Action!

Happy New Year ! 


Geração 'explorer'

23.01.2020

Licença Creative Commons

Tuesday, July 9, 2019

Himalaias : grupo de alpinistas morre ao escalar Nandi Devi, Himalaias







Imagem revelada pela câmara de filmar encontrada nos Himalaias

As autoridades indianas divulgaram um vídeo com o grupo de alpinistas que morreu em Maio nas montanhas dos Himalaias. As imagens foram captadas por uma câmara que estava enterrada na neve, perto do local onde os corpos foram encontrados.
As equipas de socorrismo indianas retiraram no dia 3 Julho, os corpos de sete dos alpinistas mortos numa avalanche no Nanda Devi, um dos picos mais altos dos Himalaias, segundo as autoridades locais.
As buscas continuam com o objectivo de encontrar o corpo do último alpinista, Martin Moran, o guia do grupo.
De acordo com a BBC, "o grupo perdeu o contacto no dia 26 de Maio, quando tentava subir o segundo pico mais alto da Índia, o Nanda Devi".






Nanda Devi, pico Himalaias
credits: via Trekeveda
Os alpinistas - quatro britânicos, dois americanos, um indiano e uma australiana, estavam desaparecidos há seis semanas nas montanhas do Nanda Devi, o segundo pico mais alto do país localizado no estado de Uttarakhand (norte).
No final de uma operação longa e perigosa, os socorristas de alta montanha encontraram há 10 dias sete corpos amarrados a uma parede de neve. As buscas foram abandonadas para encontrar a oitava vítima, cuja identidade não foi revelada.
Quatro outros alpinistas britânicos que se tinham separado do grupo principal, ajudaram as equipas a localizar os restantes elementos do grupo-
Sendo a área inacessível aos helicópteros, os corpos tiveram de ser levados a pé até ao acampamento base. De lá, quatro deles foram transportados esta quarta-feira de manhã por via aérea para Pithoragarh, a principal cidade da região. Os restantes três corpos foram transferidos durante o dia 3 Julho.
Os alpinistas desaparecidos tinham comunicado pela última vez no dia 26 de Maio, véspera de grandes nevões e de avalanches. 
As operações de busca foram dificultadas pelo mau tempo e pelas dificuldades do terreno.





Equipa de socorro ITBP
créditos: AP
Equipa de socorro ITBP enfrentou vários desafios para trazer de volta os corpos e os pertences dos alpinistas

Encontrada hoje a câmara que contém a últimas imagens do grupo. Estava enterrada na neve e foi encontrada pela guarda fronteiriça indo-tibetana (ITBP) perto do local onde foram encontrados sete dos oito corpos dos montanhistas.
No vídeo, de quase dois minutos, ouve-se sobretudo o vento e é possível ver as últimas imagens de quatro britânicos, dois americanos, um australiano e um indiano, amarrados uns aos outros por uma corda enquanto caminhavam no "tecto do mundo".





Remote peak of Nanda Devi mountain in India
credits: Getty Images
De acordo com a BBC, o grupo, liderado pelo experiente montanhista britânico Martin Moran - cujo corpo ainda não foi encontrado -, começou a escalar o Nanda Devi, um dos picos mais altos dos Himalaias, com 7816 metros de altitude, a 13 de Maio. O contacto com os montanhistas perdeu-se no dia 26 do mesmo mês.
Vivek Kumar Pandey, porta-voz da força policial indiana, refere que o peso do grupo pode ter causado uma queda de neve "desencadeando uma avalanche".
As imagens estão agora a ser analisadas para se perceber "o que correu mal na missão", conforme explicou o porta-voz da ITBP sobre o grupo de alpinistas que tentava escalar o Nanda Devi, o 23º ponto mais alto do mundo.

As mortes de alpinistas não param nos Himalaias, nos Alpes, no Monte Evereste. E outros trilhos nas altas montanhas, devido a avalanches constantes.

Cientistas alertam para as alterações climáticas e para o perigo crescente desta actividade.



Today, Indian officials say they have recovered an action camera which was being used by eight climbers who died in the Himalayas.
The group were using the camera during their climb to Nanda Devi - India's second highest peak.


The expedition team failed to return from an attempted climbing of the remote Nanda Devi East peak in India. 

Local climbers reported there had been an avalanche on their proposed route and the team could be trapped. The expedition was being led by renowned British guide Martin Moran.

They left on May 13 to scale an unclimbed peak at 6,477m and were scheduled to return on May 31.




Nanda Devi mountain in the northern Himalayan state of Uttarakhand 
credits: STRINGER/Reuters

Eight climbers were attempting to climb India's second-highest peak Nanda Devi when contact was lost last 26 May.

The body of seven have been recovered last month.

Today, 9 July, Indian officials say they have recovered an action camera which was being used by eight climbers who died in the Himalayas.The eight climbers, four English, two American, an Australian woman, and an Indian. The group were using the camera during their climb to Nanda Devi - India's second highest peak.

This is the last footage shot by the group pf climbers. They went missing on 26 May while trying to climb India's second highest peak Nanda Devi.

On of the bodys, Martin Moran, renowned British guide is yet to be recovered.

So sad! There are more and more climbers who die in the last years due avalanches in the Himalayas, Nepal, Mount Everest, French and Swiss Alpes.


Climbing to the roof of the world is becoming less predictable and possibly more dangerous, scientists say, as climate change brings warmer temperatures that may eat through the ice and snow on Mount Everest and other climbing sites.

It may be important to change some usual events as hiking due climate change. We are deeply sorry for all the climbers and their families.


Geração 'explorer' 

09.07.2019


Licença Creative Commons


Monday, May 1, 2017

Tributo : Ueli Steck 1976-2017






Ueli Steck em Pointe Walker
créditos: © Ueli Steck

É com muita tristeza que soubemos da morte de mais um alpinista de grande mérito, provocada por uma avalanche. Ueli Steck, suíço, 40 anos, conhecido como 'Máquina Suiça' do alpinismo, morreu este domingo num acidente de alpinismo perto do Monte Evereste. 

Ainda não está esclarecido como morreu ado alpinismo. Nos últimos anos, foram várias as mortes trágicas provocadas por avalanches em várias regiões do mundo. E o Monte Everest já tem antecedentes que não devem ser esquecidos. Falamos de Dan Fredinburg que morreu há dois anos, no dia 25 Abril 2015 e outros alpinistas no Nepal.

Fez também um ano no passado dia 19 Abril que morreu num acidente provocado por um avalanche, desta vez nos Alpes Suiços, Estelle Balet,  suiça, conceituada e experiente campeã mundial de snowboard extreme.





Ueli Steck, 2017
credits: ©Ueli Steck mobile upload/ April 26
https://www.facebook.com/ueli.steck/
"Quick Day from Basecamp up to 7000m and back. I love it its such a great place here. I still believe in active aclimatisation. This is way more effective then spending Nights up in the Altitude!"

Ueli Steck/ Facebook



credits: The Hymalian Times, 2017

Ueli Steck morreu num acidente de alpinismo perto do Monte Evereste, no Nepal, segundo informações dos organizadores da expedição. 
O alpinista morreu no campo 1 do Monte Nuptse. O corpo foi recuperado do local e levado para Lukla, onde se encontra o único aeroporto da região do Monte Evereste.
Segundo os organizadores da expedição, não está ainda esclarecido como Ueli Steck morreu, mas sabe-se que planeava escalar 8.850 metros (29.035 pés) do Monte Evereste, seguindo-se no próximo mês o Monte Lhotse.
O alpinista suíço torna-se a primeira vítima mortal da temporada de primavera no Nepal, que começou em Março e terminará em Maio.


Em 2013, Ueli Steck alcançou a primeira escalada individual do lado sul do Anapurna, no Nepal, depois de ter quase perdido a vida numa queda na mesa zona em 2007. 
Por este feito recebeu o prémio que é considerado o Óscar do montanhismo: o 'Piolet d’Or'.
Em 2015, Steck decidiu escalar os 82 picos acima dos 4.000 metros nos Alpes. Viajou entre montanhas a pé, de bicicleta e parapente. Completou esta missão em 62 dias, o que consolidou a sua reputação como “Máquina Suíça”.


Numa entrevista no mês passado à publicação suíça Tages-Anzeiger, Ueli Steck considerou-se como um ‘outsider’ no montanhismo, porque as conquistas atléticas eram para ele mais relevantes do que a aventura.



Ueli Steck em  Annapurna
créditos: Autor não identificado

Questionado então sobre a próxima expedição ao Evereste e ao Lhotse, afirmou: 
“No Evereste posso parar em qualquer ponto. O risco é, portanto, bastante pequeno. Para mim é principalmente um projecto físico”.
“Quero escalar o Evereste e o Lhotse. Mas é uma meta muito alta. Falhar seria para mim morrer e não voltar para casa”, afirmou na mesma entrevista a propósito da expedição onde acabou por perder a vida ontem, dia 30 Abril 2017.


Ueli Steck 1976-2017
credits: © Ueli Steck/Facebook
https://www.facebook.com/ueli.steck/
Famed Swiss climber Ueli Steck was killed Sunday April 30 in a mountaineering accident near Mount Everest in Nepal, expedition organizers said. 
Mingma Sherpa of Seven Summit Treks said Steck was killed at Camp 1 of Mount Nuptse. His body has been recovered from the site and taken to Lukla, where the only airport in the Mount Everest area is located. 
According to a report on The Himalayan times website, Swiss Alpinist Ueli Steck - known as the 'Swiss Machine' - has died in an accident on Mount Everest. His body was discovered by six rescuers near the Nuptse Face of Everest on Sunday morning local time.

The 40 year-old held numerous speed records, notably the North Face trilogy in the Alps.



Everest- Lhotse
credits: SFR
https://www.srf.ch/sport/
A group of six rescuers discovered a body of the multiple-record holder mountaineer near the Nuptse Face of Mt Everest where he could have slipped and fell on the ice-covered slope. Fellow mountaineers had seen him climbing Mt Nuptse alone at around 4:30 am.
Steck's family said the exact circumstances of his death were still unclear. 
"The family is infinitely sad and asks that the media refrain from speculating about his death out of respect and consideration for Ueli," it said in a statement on Steck's website. 


Ueli Steck, 2017
credits: ©Ueli Steck mobile upload/ April 23
https://www.facebook.com/ueli.steck/
"As soon as reliable information about Ueli Steck's death becomes available, the media will be informed." 
Steck was planning to climb 8,848-metre Mount Everest and nearby Mount Lhotse (8,516 metres) next month.
The 40-year-old Steck was one of the most renowned mountaineers of his generation. He was best known for his speed-climbing, including setting several records for ascending the north face of the Eiger, a classic mountaineering peak in the Bernese Alps in Switzerland that he climbed in two hours and 47 minutes without using a rope. 


Ueli Steck, 2015
credits: ©Ueli Steck
http://4sport.ua/
Steck once said he considered himself an "outsider" in the mountaineering scene because athletic achievement was more important to him than adventure.
In a recent post on his website, Steck mused about the transience of success in mountaineering and the inevitable decline that comes with age. 
"A record is broken again and again, and the world keeps on turning," he wrote. "You are getting older, and there comes a time when you have to adjust your projects to your age." Read more here

Last Monday, Mr. Steck told his Facebook followers that preparations for what would be his last expedition were going well. And in his YouTube video posted before his climb, he described himself as “super ready, I mean I’m so psyched,” adding, “For me the project is already a success.”
A year ago, on 19 April 2016, Swiss snowboarding champion Estelle Balet was killed in an avalanche. We honored her at Earth Day 2016.
In recent years, several tragic victims caused by avalanches in different parts in the world.

RIP Ueli Steck ! Our tribute :-(
Geração 'explorer' 
01.05.2017
Creative Commons License